A FLIVA e nós

Edição: 358 Publicado por: Gilberto Monteiro em 12/09/2013 as 11:13

 
Leitura sugerida

Vem aí a Fliva – Feira Literária de Valença, num trabalho e concepção do Leonardo Pançardes.

A notícia não poderia ser melhor e precisamos, todos nós, dar o maior apoio.

O apoio tanto se faz quando usamos o talão de cheque como se dá, ao incentivarmos. O incentivo vem da cara alegre, do brilho nos olhos, da expressão de contentamento quando recebemos a notícia.

Paraty, fez sua primeira FLIPE fazem dez anos, uma iniciativa de uma escritora européia que passava férias por lá.

Ela entusiasmou poucos moradores, mas a participação se deu. Ninguém “botou água no chope dela” e ela era estrangeira.

Hoje a FLIPE é um sucesso anual e atrai milhares de pessoas. Criou-se a FLIPINHA que é o espaço das crianças de Paraty. O espaço onde se inicia um gosto maior pela leitura, um amor maior pelo livro.

Aqui em Valença a FLIVA antes de acontecer já pariu a FLIVINHA.

A discussão da literatura, livre de um tom grave, é o que mais se espera de uma feira desse tipo. Nada de muita sofisticação mas a presença dos interessados no assunto e até daqueles de menor interesse. É claro que devemos contar com nomes expressivos da escrita brasileira. Uma escrita tão diversificada, às vezes tão alegre e outras de grande profundidade.

É nessa hora, na feira, que deve se dar o acesso informal à Cultura.

É ali que acontece o encontro de pessoas, as que escrevem e as que lêem, sem medos, sem complexos, sem vaidades.

É ali que, suavemente vai sendo mostrado o processo de criação e a importância dele, tanto para quem escreve como para quem lê.

É ali que a leitura pode ser estimulada e também ali, que às vezes se percebe a possibilidade que cada um tem de escrever.

É ali que o livro pode tornar-se, para sempre, uma grande companhia. O livro nos faz viajar, pode fazer rir e chorar.

Qualquer cidade deve se orgulhar e participar de um encontro assim, pois, afinal, a Cultura é considerada o melhor antídoto para a violência. Vamos participar! Pode ser com o talão de cheque, com uma cara alegre, mas, sobretudo, com a nossa presença.

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