Divisão e consciência

Edição: 377 Publicado por: Ney Fernandes em 31/01/2014 as 09:56

 
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Havia na antiga Rússia, um pequeno vilarejo, que era habitado por perto de uns cinco mil moradores. Nesse vilarejo vivia um velho senhor, muito rico e poderoso convivendo com uma população muito pobre. Tudo aquilo passou a incomodar este velho senhor, motivo pelo qual passou um longo tempo meditando. Concluindo, então, que só ele, entre tantas outras pessoas, tinha uma vida da plena satisfação, tomou uma posição que resolveu comunicar àquela comunidade: Todos reunidos na praça do vilarejo, esperando o que seria que o velho senhor queria! Ele aparece com um enorme saco de dinheiro e faz uma longa explanação: São muitos anos que venho acumulando, juntando dinheiro neste enorme saco, que todos estão vendo e tudo isto é fruto do trabalho que vocês desenvolveram em minhas propriedades, onde vocês ficaram com o mínimo de tudo que era produzido e os maiores valores eu me apossei deles. Depois de muito refletir entendeu o sofrimento que muitos moradores da comunidade passaram com a perda de membros da família, principalmente crianças, ai, por falta de alimentação, remédios e por falta de um possível tratamento médico. Educação precária, a pior possível: escolas caindo, falta de uma merenda e tudo o mais. De meios que pudessem receber uma educação de acordo com a realidade etc. – Resolvi, então, fazer uma distribuição de toda essa fortuna acumulada, que na realidade ela é o resultado do trabalho de todos vocês e, mais do que justo, então que eu pegue todos esses recursos e faça uma distribuição entre todos que aqui estão. E assim fez: pediu que as pessoas ficassem em fila e para que pudesse entregar a todos o que lhes era de justiça. E assim fez. Esvaziado todo o saco, ficou com a mesma importância que todos ficaram. Houve uma distribuição de riqueza. E o velho senhor via o vilarejo crescer, desenvolver com uma riqueza onde todos começaram a participar. Sentiu-se realizado, feliz por ter entendido, ainda cedo, que a escola que seguia não levava a nada: “Engordar o bolo para depois partir entre todos, era uma velha história de todos aqueles que queriam continuar explorando uma comunidade”.

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