Boa notícia

Edição: 380 Publicado por: Gustavo Abruzzini em 20/02/2014 as 08:14

 
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A nomeação de novo bispo chega em boa hora. Valença que pouco se apercebe da importância que tem, pelo privilégio de sediar uma diocese que engloba nove municípios, tem agora nova oportunidade de colher os frutos de uma bem-feita renovação. Dom Nelson Francelino é novo (49 anos) e tem boas experiências, já que vem da Arquidiocese do Rio de Janeiro, onde atuava como bispo auxiliar.

 

Nem tudo que reluz...

E a camada de asfalto colocada pela Prefeitura junto aos cruzamentos da avenida Nilo Peçanha gerou alguns problemas. Primeiro que o piso da pista está mais alto que o passeio, em alguns pontos. Segundo que onde havia tampas da concessionária de telefonia fixa, gerou um degrau, quase um buraco. E terceiro que onde havia as faixas de pedestres e elas ainda não foram repintadas, aqueles continuam avançando para travessia e os motoristas, sem visualizar as marcações, vivem na dúvida se param ou se passam.

 

Eureca

A inoperância de quem deveria tomar uma atitude e a complacência das pessoas em geral me levaram a recente atitude extremada. Estava eu dirigindo meu carango, em pleno domingo, após o almoço, quando à minha frente ia um desses carros de mal-educados. Som superpotente na carroceria, volume no talo e que se dane todo mundo. Minha reação que até então sempre foi manter distância se inverteu, fui para cima protestar contra aquele absurdo tendo à mão algo tão barulhento. Com minha buzina, combati barulho ruim com barulho péssimo.

 

Resultado

Sem entender tamanho buzinaço repentino, o egocêntrico “mautorista” à minha frente, ficou atônito e resolveu se tocar e abaixar o som. Achei a experiência interessante, pois já que querem me obrigar a escutar lixo musical da pior qualidade, nós da sociedade, pessoas íntegras e de bem podemos obrigá-los a ouvir nossas horríveis buzinas.

 

Covardia sonora

Não que necessariamente o direito alheio termina quando o meu começa, mas, francamente, alguém tem o direito de fazer o que certos caras fazem na cara de todo mundo com o sossego alheio? Sem falar no gosto para lá de duvidoso das músicas que tentam nos impor como se fosse uma sumidade, quando em geral são obscenas e flagrantemente altas demais. Eu não aceito, sempre que acontecer vou protestar e convido a todos incomodados que devolvam com buzinaço neles. Já que ninguém faz nada...

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