Olá, “devo não nego, pago quando puder”.

Edição: 460 Publicado por: Thiago Ferreira em 11/09/2015 as 10:32

 
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Olá, “devo não nego, pago quando puder”.

Você já ouviu essa frase ou até mesmo já falou, não, é? Claro, que já! Está virando moda, não a utilização da frase e sim o calote. Sabemos que a crise está afetando o País todo, mas, isso não quer dizer que você precisa comprar e não pagar. Se você desejou algo e comprou, você deve fazer o mínimo... Pagar! Muitas pessoas me pararam na rua, não, rsrsrs não dou calote em ninguém, viu! Abordaram-me para indicar esse tema em minha popular e direta coluna, o Calote não pode virar moda, sendo assim, aceitei o desafio de escrever sobre. Dizer não para um fiado e perder a amizade ou dizer um sim, e levar um calote? Acredito que dizer não é a melhor solução. Até porque perder amizade devido a um “não”, podemos dizer que não pode ser considerado amizade! Claro que você quer vender seu produto, sua ideia, seu projeto, e no início é perfeito, as pessoas sempre muito corretas, e eu no desejo de sempre atender bem e também lucrar, você vai e atende, vende o solicitado. Você deve ser franca (o) e dizer, o Não, porque seus clientes serão fiéis, até quando? Você tem que viajar para fazer compras, trazer novidades para o seu comércio, loja, brechó, venda informal, enfim... na hora de comprar, compram, mas na hora do pagamento eles têm amnésia. Será que existe um estudo sobre essa doença? Aí você vai cobrar a pessoa, e você escuta desaforo, soltam os cachorros, escuta os filhos mentirem com a velha frase: “Minha mãe não está em casa”. E tem que saber cobrar, porque até ameaçam te processar! É a última moda, o processo. Coitado dos advogados, porque irão ter muito trabalho, rsrsrrs. O importante é continuar na luta, fico triste pensando que muitos amigos passam por essa situação, porque quando eu vou comprar, eu pago, posso até dividir, mas, pago.  Porque levar calote é péssimo. Uma amiga minha me disse uma vez; “Thiago, quando me lembro que os mesmos que riam comigo e me davam tapinhas nas costas, hoje viram a cara pra mim, porque cobrei o que é meu. Parece que eu agi de forma errada. Sou uma pessoa simples, mas gosto de andar bem arrumada, porém muitas das vezes deixo de ficar com uma peça para poder vender, e a pessoa não me pagando, na verdade estou deixando de andar bem mais arrumada do que poderia para dar para o outro. Fora as contas”. Minha amiga desabafou e eu fiquei pensando além da situação, porque tem o “tipo” cara de pau que deve, paga e quer comprar de novo... Será que estamos vivendo uma era de maus pagadores? Espero eu, que de tudo possamos tirar uma lição, e, sinceramente, desejo para os que me devem e aos amigos que passam por essa aflição, que Deus os abençoe para que tenham dinheiro suficiente para pagar o que estão devendo. Amigos leitores que estão nessa situação, aprendam a falar uma outra frase muito usada, sem ser a com que eu comecei esta coluna, simples assim... “Fiado só amanhã”. Nos esbarramos nas filas dos bancos ou em algumas lojas por aí, porque desse mal, eu não morro! Bjos, Thi.

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