Eu vejo na TV que o que eles falam sobre o jovem, e não é sério

Edição: 332 Publicado por: Samir Resende em 15/03/2013 as 15:09

 
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Morando em Valença, uma cidade que ultimamente tem uma morte violenta, a cada quinze dias, estou me acostumando a escrever obituários nesta indefectível Coluna. É, eu sei que isto é macabro, mas pior do que escrever sobre a morte dos outros, são os outros escreverem sobre a sua.

A morte é a maior das reflexões que a filosofia alcança. Talvez a única definitiva, pelo menos para o corpo. E a sua exposição exaustiva em horário nobre de rádio, tv e internet colocam-me na obrigação de mandar mais um desabafo nesta roda viva de samba que é a vida.

Chorão e (Hugo) Chavez talvez não tenham nada em comum, a não ser a letra C. Mas o desaparecimento destes dois, nesta semana que passou, provocou relativa comoção na sociedade, notadamente nos compartilhamentos virais da rede social Facebook, local moderno onde habita o ser humano em seu horário de folga (e de trabalho também).

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