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Edição: 575 Publicado por: Jornal Local em 06/12/2017 as 08:21

 
Leitura sugerida

E-título

Já está disponível, para qualquer eleitor brasileiro, a versão digital do título de eleitor.

Por enquanto, somente os celulares ou tablets que rodam o sistema Android podem baixar gratuitamente o aplicativo do TSE. Nos casos de equipamentos com IOS (smartphone ou tablet), o aplicativo estará disponível para download nos próximos dez dias, na loja da App Store.

Em relação ao documento tradicional, as novidades não são poucas. Além de exibir informações sobre quitação eleitoral, dados sobre cadastramento biométrico e endereço do local de votação, disponibilizando, inclusive, um mapa com geolocalização, o E-título exibirá a foto do eleitor, que é tirada na mesma ocasião em que é coletada a biometria. Para quem não fez cadastramento biométrico, a foto não aparece.

O documento digital de identificação dos eleitores também terá um QR Code para a validação na zona eleitoral. Ao inserir no aplicativo o número do título eleitoral, o nome do eleitor, a filiação e a data de nascimento, o E-título será validado e liberado.

Segundo a assessoria do TSE, o novo documento digital foi desenvolvido integralmente pela Justiça Eleitoral, uma iniciativa do Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC) e adotado para distribuição nacional.

 

ATENÇÃO

O documento tradicional, impresso, continuará valendo, apesar de os eleitores passarem a ter a possibilidade de apresentar, na hora da votação, apenas o celular ou o tablet com o E-título. E as regras não mudam. No caso de o eleitor optar pelo título de eleitor tradicional, ele terá que apresentar, como já é exigido atualmente pela Justiça Eleitoral, um documento com foto, como carteira de identidade ou de habilitação.

A versão impressa do título continuará sem foto, mesmo para os eleitores que já tenham feito o cadastro biométrico.  Os eleitores que comparecerem à seção eleitoral com o E-título só precisarão apresentar o documento digital.

 

Picuinha

Ao eleitor cabe aprimorar a qualidade do voto. Mesmo porque, entre nós, o voto é um dever e não um direito. Somos obrigados a votar. O que talvez explique a presença expressiva nas casas legislativas de corruptos e gente que se elege pela fama. Isso para dizer o mínimo diante de uma espécie canalha que quase sempre passa desapercebida: aquela que se apossa de grupos sociais fragilizados (pobres; homens e mulheres trabalhadores de baixa renda; idosos que a contragosto vão adquirindo um certo esquecimento da consciência de sua identidade) e de grupos sociais vulneráveis que, por motivação diversa, têm participação e/ou oportunidade igualitária dificultada ou vetada, a bens e serviços universais disponíveis para a população, conforme definições.

 

Portal Transparência - Liberação de verba

Ministério das Cidades para o Município de Valença (Convênio: 668342).

Valor liberado em 22/11/2017: R$ 24.083,65, de um total de R$ 97.500,00. 

Objeto: Apoio a Projeto Habitacional de Interesse Social - Assistência Técnica Elaboração de estudos e projetos para urbanização de 250 famílias 

 

Pensamento a esmo

Por que só agora (16/11) criticar a nomeação de familiares do prefeito de Valença ao Ministério Público Estadual? Tais nomeações, como se sabe, datam do início do governo e, sendo esse o caso, já poderiam ter sido questionadas junto àquele órgão, desde então.   

 

In: Vozes Femininas

“A tontura da fome é pior do que a do álcool. A tontura do álcool nos impele a cantar. Mas a da fome nos faz tremer. Percebi que é horrível ter só ar dentro do estômago.” (Carolina Maria de Jesus. “Quarto de despejo”, 1960)

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