“Eu sou uma referência afetiva” / ARTIGO 31/12/2014

Edição: 578 Publicado por: Marcelo A. Reis em 03/01/2018 as 08:59

 
Leitura sugerida

Caros amigos;

Com a criminalidade dominando os Poderes Constituídos (leia destruídos) resolvi fazer uma reprise. Pode mudar os nomes, mas é a lesma lerda no que se refere aos bandidos titulares. Tanto faz Temer ou Dilma, Dirceu ou Moreira Franco...

Transcrevo abaixo o artigo “Eu sou uma Referência Afetiva” que publiquei há três anos, aqui, em minha Coluna “Reflexões. Àqueles com os quais ainda não me comuniquei, desejo um Feliz 2018 extensivo aos seus familiares.

Abraços!!

 

“Eu sou uma referência afetiva”

“Caro leitor,

Mais um ano. Muitas coisas aconteceram e nada aconteceu. Contraditório? Sim! É o Brasil! Nada é mais atual do que as colunas dos fatos de “Cinquenta anos passados”. É a corrupção e o compadrio generalizado no Congresso. É a Justiça promovendo a INjustiça e por aí vamos.

Esta semana, notícias de cinquenta anos davam conta sobre o déficit da Previdência e que “as chuvas em São Paulo estavam ajudando a elevar o nível dos reservatórios”! Confesso que essa mesmice nociva é cansativa e desanimadora. Lembro da minha avó dizendo que “nada é tão ruim que não possa piorar”. Você deve estar dizendo que sou pessimista, que afinal não é assim etc e tal. Também pode ser verdade, mas depois de tanta luta pela volta do Estado Democrático de Direito, vemos o tecido ético da política totalmente esgarçado. A corrupção assume proporções de uma pandemia. O tão falado “Mensalão” é hoje quase generalizado em praticamente todos os Estados e Municípios.

Não consegui escrever na semana passada!!!

Não votei na presidente Dilma, mas como não torço contra o Brasil, fazia uma corrente de pensamento positivo para que nomeasse um ministério de qualidade. E o que acontece? Vemos uma pleiade de “mequetrefes” que, na média, consegue ser inferior a do antecessor que já não era elevada. Vemos sentenciados, reclusos, cumprindo pena, comandando as negociações. É como se o PCC ou o Comando Vermelho estivessem participando, dirigindo o processo político. Resolvi mudar de ares.

Semana passada, como disse, tinha desistido de escrever. Ficar por conta dos filhos e netos. Eis que a filha mais velha, mãe de quatro, solenemente me comunica que, em reunião ela, o marido e os filhos, concluíram por unanimidade “que sou uma boa referência afetiva para a Carmel”. Explico; estavam todos, três filhos, dois genros, a nora e cinco netos, de malas prontas para viajar ao exterior. E emerge a grande questão de toda família que tem bichinhos de estimação. Com quem deixá-los? Como fazer sem “criar maiores traumas”?!

“Em um Doghotel iria ficar deprê!”... A “Carmel”,”Mel”,”Bebel”, é uma linda cadelinha, de raça oriental, sempre me confundo se lhasa apso ou shiatzu, calma, tranquila, mas tem os seus preferidos. Aí!... Fui lembrado como alguém de quem ela gosta muito! Repito a frase citada acima: “Pai, Você é uma “Referência Afetiva” da Carmel” Dizer, fazer o quê? Assumi com prestimosidade as funções e fiquei com a bichinha por quinze dias.

Tenho agora agregado ao meu currículo mais esta qualificação: “Referência afetiva da Carmel”! No mais, desejo um Feliz Ano Novo!

Até a próxima”

0 comentários

avatar
Escreva seu comentário...
Seu nome...
Seu email...