Leituras necessárias 

Edição: 580 Publicado por: Marilda Vivas em 17/01/2018 as 08:50

 
Leitura sugerida

Rosa Luxemburgo (1871-1919): insubmissa e rebelde

A última segunda-feira (15) marcou os 99 anos do assassinato de Rosa Luxenburgo, uma das mais grandiosas e insignes figuras do socialismo internacional, conforme palavras de Clara Zetkin (1857-1933), destacada precursora na luta pelos direitos das mulheres - foi Zetkin quem propôs que o 8 de março fosse o Dia Internacional da Mulher.  

Possuidora de uma ética incorruptível, que não se deixa comprar, nem vender-se por preço algum, Rosa Luxenburgo atravessa os séculos como sinônimo de resistência e de revolução. Na ponte, de onde seus assassinos lançaram seu corpo à agua, continuam a aparecer, periodicamente, flores vermelhas.

Para melhor entender os motivos pelos quais as novas gerações, envolvidas na luta contra as hierarquias e relações de poder presentes na sociedade capitalista, não a esquecem, não são poucos os filmes e os livros que retratam seu legado histórico.  Entre esses, o recente livro de Kate Evans, Rosa Vermelha - uma biografia em quadrinhos de Rosa Luxemburgo (editora Martins Fontes), já esta disponível entre nós.  

Por seu turno, onze obras de Rosa Luxemburgo podem ser lidas e baixadas no site do Instituto de Ciências Humanas e Sociais (https://www.ichscursoslivres.com).

Rosa dizia que quem não se se movimenta, não sente as correntes que o prendem. Por certo que não.

 

Frase

“No meio das trevas, sorrio à vida, como se conhecesse a fórmula mágica que transforma o mal e a tristeza em claridade e em felicidade. Então, procuro uma razão para esta alegria, não a acho e não posso deixar de rir de mim mesma. Creio que a própria vida é o único segredo.” (Rosa Luxemburgo).

 

Genocídio indígena

Os efeitos do Parecer 01/2017 da Advocacia-Geral da União (AGU), o chamado Parecer Antidemarcação, já podem ser sentidos pelos povos indígenas do Mato Grosso do Sul, sobretudo na região de Dourados.  Ao paralisar as demarcações, o governo Temer reforça a onda de despejos contra comunidades indígenas daquele estado e ratifica a explosão de conflitos a que estão sendo submetidos os indígenas em todo o país.  

Não são poucos os esforços em denunciar os crimes contra os povos originários no Brasil, dentro e fora do país. Embora real, visível e incontestável, a conscientização sobre a realidade indígena não alcança as grandes mídias nem o conhecimento geral do brasileiro comum, que parece mais receptivo ao discurso de ódio que ao de justiça, igualdade ou paz. 

Precisamos mudar esse quadro de apatia, lendo mais sobre o tema.

 

Pontífice Francisco

Em viagem ao Chile, nesta semana, o encontro do Papa Francisco com os Mapuches, o único grupo de nativos da América que derrotou militarmente os conquistadores espanhóis no século XVI usando táticas inéditas de guerrilha, e com as quais conseguiram resistir por cerca de trezentos anos, está coerente com as declarações feitas, anteriormente, a uma delegação de índios mapuche: “Não vamos permitir que os governos tomem a terra dos índios sob o pretexto de estabelecer novas tecnologias. Eles devem seguir suas próprias tradições e sua cultura com olhar voltado para o progresso e com especial atenção pela Mãe Terra”.

 

Ponte Funda - Ginásio Poliesportivo

No último 26 de dezembro, o Ministério do Esporte repassou ao município de Valença a parcela de R$ 97.500,00 destinada à construção de um Ginásio Poliesportivo no bairro Ponte Funda, objeto do Convênio nº 705615 acordado em R$ 487.500,00.  

Consulte periodicamente o endereço www.portaldatransparencia.gov.br para acompanhar esse e outros repasses de recursos federais ao nosso município.

 

Os Jeffersons

Patéticos. Pai e filha.

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