Em “Blockbuster”, da Netflix, um jovem francês cria um plano ousado para recuperar o amor

Edição: 581 Publicado por: Kreitlon Pereira em 24/01/2018 as 14:11

 
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O filme “Blockbuster”, que estreia dia 24 de janeiro, entra para a lista de produções francesas da Netflix, onde engrossa o time formado por séries como “Marseille”, “The Eddy”, “Osmosis” e “Fary’s Special”. O longa-metragem foi escrito e dirigido pela francesa July Hygreck e o elenco inclui Charlotte Gabris, Syrus Shahidi, Sylvain Quimene, Tom Hygreck, Foëd Amara, Laura Boujenah, Amaury de Crayencour e Lionel Abelanski. 

Ambientada em Paris, a comédia romântica conta a história de um jovem casal, Jéremy e Lola. Com a intensidade típica de seus vinte e poucos anos, eles se conheceram há poucos meses, mas já são apaixonadíssimos um pelo outro. Para proporcionar algum entretenimento ao pai de Jéremy – que está internado em um hospital, sem poder sair de sua cama, devido a um câncer em estágio avançado –, resolvem passar a filmar o cotidiano de cada um em forma de um vídeo-diário. Os dois, porém, fazem uma promessa: nunca verem os vídeos um do outro.  

A relação do jovem casal chega ao fim quando Lola não resiste à tentação de ver os vídeos de seu parceiro. Neles, a jovem descobre que o namorado só saiu com ela por causa de uma aposta que fez com seus amigos. Desolado com a súbita separação, o rapaz decide bolar um plano mirabolante para recuperar a mulher pela qual continua completamente apaixonado. Como Lola é amante de histórias em quadrinhos e fã de diversos super-heróis, a ideia de Jéremy é criar uma falsa gangue de heróis com o seu grupo de amigos, que forja o sequestro de pessoas famosas na capital francesa – como o músico Manu Katché, o rapper Youssoupha e o diretor de cinema Michel Gondry, que fazem participações especiais no filme. Só que o insólito grupo de “sequestradores” exige que Lola seja enviada como “resgate”.

Muito além da lama

Documentário original da Netflix revela a corrupção e a cobiça que ligam poderosas empresas aos mais altos escalões governamentais

Com o intuito de expor a ganância coorporativa e examinar forças poderosas e corruptas que se estendem até a Casa Branca, chega no dia 26 de janeiro o mais novo documentário original da Netflix. Com seis episódios, a série “Dirty Money” conta com um diretor ganhador do Oscar, Alex Gibney (“Taxi to the Dark Side”), além de nomes como Jesse Moss, Erin Lee Carr, Kristi Jacobson, Brian McGin e Fisher Stevens. 

De forma destemida, a série da Netflix ataca grandes corporações. Como o HSBC, uma das maiores instituições financeiras do planeta, que por décadas lavou centenas de milhões de dólares para o cartel mexicano de tráfico de drogas. A investigação, conduzida pelo Senado dos Estados Unidos, durou décadas. Até que, em 2012, a empresa britânica foi obrigada a pagar uma polpuda multa de US$ 1,9 bilhões – algo que resultou na demissão de David Bagley, ex-chefe de governança do banco. 

Nos demais episódios, são expostos temas como alianças espúrias entre o governo e empresas automobilísticas para ocultar fraudes e escândalos como o da Big Pharma, que sobretaxava pacientes que precisavam de drogas essenciais. Um dos pontos altos do documentário trata da ascensão da Trump Inc. É curioso constatar como a carreira de Donald Trump conseguiu sair de fracassos épicos para uma máquina de fazer dinheiro, capaz de colocá-lo na presidência dos Estados Unidos. 

Com uma abordagem investigativa, “Dirty Money” mostra as rotas que o dinheiro sujo toma, revelando que a corrupção e a ganância estão impregnadas não só na política brasileira, mas em todos os lugares do mundo onde a riqueza vem acompanhada da impunidade. Como aponta sabiamente o provocativo slogan da série: “Você precisa de dinheiro para tirar dinheiro”.

  Matar ou morrer

“Breathe”, da Amazon Prime Vídeo, conta os dramas de dois pais em situações trágicas, um de cada lado da lei

Até onde você iria para salvar um ente querido? Para o pai solteiro Danny Mascarenhas (R. Madhavan), conseguir um transplante de pulmão para o filho, que sofre de fibrose cística, vale mais que qualquer coisa. O pequeno Josh precisa de um raríssimo doador com sangue AB negativo e a previsão é que tenha apenas mais seis meses de vida. Pela quase inexistência de doadores compatíveis, o menino depende de um milagre estatístico para sobreviver. Para prolongar a longevidade do filho, Danny começa a caçar possíveis doadores – no sentido mais literal possível. À medida que o tempo passa, o pai faz cada vez mais vítimas e as chances de sobrevivência de Josh aumentam. Entretanto, tantos homicídios começam a intrigar os policiais do Departamento Criminal de Mumbai, a maior cidade da Índia.

Dentre os policiais está Kabir (Amit Sadh), um investigador brilhante, mas de métodos não muito ortodoxos. Ele também luta com seus próprios demônios por ter que lidar com a recente morte de sua filha. Apesar dos problemas de disciplina e o alcoolismo decorrentes da tragédia, Kabir consegue descobrir a bizarra conexão entre tais assassinatos e coloca Danny na lista de suspeitos. De certa forma, a solução desses crimes em série pode servir como uma redenção para o policial, que perdeu credibilidade por conta de seus dramas pessoais. Resta a Kabir superar a desconfiança dos colegas policiais e os próprios problemas para garantir que a justiça seja feita.

“Breathe”, a série que conta a história dessa perseguição, foi escrita e dirigida por Mayank Sharma e produzida pela Abundantia Enterteinment, de Mumbai. Segunda série indiana original da Amazon Prime Vídeo, “Breathe” tem oito episódios e estreia mundialmente, em mais de 200 países, dia 26 de janeiro.

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