O consagrado reallity show “Queer Eye” está de volta, agora com novas missões e personalid

Edição: 583 Publicado por: Kreitlon Pereira em 07/02/2018 as 15:12

 
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A partir do dia 7 de fevereiro, a Netflix irá disponibilizar no seu catálogo “Queer Eye”, um “reboot” do famoso reallity show “Queer Eye for the Straight Guy”. A série original, que teve cinco temporadas televisionadas pela emissora norte-americana Bravo entre 2003 e 2007, ganhou diversos prêmios – inclusive o Emmy de melhor reallity show, em 2004.

Em oito episódios de aproximadamente uma hora, a nova produção original da Netflix acompanha cinco amigos homossexuais conhecidos como “The Fab Five” (os cinco fabulosos). Cada um deles é especialista em uma área diferente. Bobby Berk se responsabiliza pelo design, Antoni Porowski pela gastronomia, Karamo Brown pela cultura, Jonathan Van Ness pelos cuidados pessoais e Tan France pela moda. Cada episódio mostra os esforços da divertida equipe para mudar o estilo de vida daqueles que os convocaram. Para isso, utilizam as múltiplas habilidades de cada um para recriar o cotidiano das pessoas. Uma grande diferença em relação à série anterior está explícita no próprio título. A nova temporada não limita sua atuação transformadora apenas aos homens heterossexuais, como era a produção original. Além disso, a mudança de cenário polemiza ainda mais a série ao trocar a cosmopolita Nova Iorque pelo conservador Sul dos Estados Unidos.

A produção de quinze anos atrás teve que lidar com um mundo bem menos tolerante. Alguns dos membros originais nem eram declaradamente homossexuais quando foram selecionados para participar do reallity show. Agora, a equipe tem mais liberdade para falar sobre suas vidas pessoais dentro do programa, trazendo à tona seus namorados, filhos e casamentos. Algo que não seria possível na década passada, quando a união entre pessoas do mesmo sexo nem era legalizada nos Estados Unidos. Nesses tempos em que anacrônicos discursos de ódio e intolerância ganham força no cenário mundial, a nova produção herda a importante tarefa de combater velhos preconceitos.

Múltiplas engrenagens: “Grand Prix Driver” explora minuciosamente uma das escuderias de maior prestígio da Fórmula 1, que atravessa uma má fase

Dia 9 de fevereiro estreia “Grand Prix Driver”, documentário original da Amazon Prime com quatro episódios. Com narração do ator Michael Douglas, a série conta os bastidores da temporada 2017 da McLaren na de Fórmula 1. Uma das mais tradicionais da principal categoria do automobilismo mundial, a equipe inglesa é conhecida por ter trabalhado – e vencido – com alguns dos maiores nomes da história da modalidade, como Emerson Fittipaldi, James Hunt, Niki Lauda, Alain Prost, Ayrton Senna e Lewis Hamilton. Ao todo são doze títulos mundiais de pilotos e oito como equipe.

Entretanto, desde 2008 a McLaren não ganha um campeonato. Há três anos, não ganha sequer uma corrida. Dentre os motivos dessas desastrosas performances está a controversa mudança de motores para a japonesa Honda. Apontado como responsável pelo desempenho ruim, o novo motor foi um problema até para o experiente Fernando Alonso, bicampeão em 2005 e 2006, que criticou abertamente seu carro e ameaçou inclusive “jogar a toalha” se não fossem feitas mudanças. “Grand Prix Driver” faz uma análise da mentalidade competitiva do piloto espanhol, onde histórias de sua infância ajudam a entender como Alonso se tornou um dos mais importantes pilotos da história.

Apesar de ser um documentário, a narrativa é repleta de intrigas e reviravoltas dramáticas, que revelam todos os níveis da McLaren. Aparecem em cena desde as acaloradas discussões da equipe de engenheiros, que encontraram muitas dificuldades para adaptar o novo motor japonês aos carros, até as tensas reuniões da diretoria e seus esforços para garantir a sustentabilidade da equipe, abalada pelos maus resultados. Mais do que justificar os atuais fracassos, “Grand Prix Driver” ajuda a desvendar a complexidade de uma escuderia tão importante. “Todos os competidores cometem erros, mas só os grandes sabem aprender com as quedas e levantar de novo”, pondera Manish Pandey, produtor da série.

 

Além das aparências: “Riverdale” explora o cotidiano de uma pequena cidade onde todos têm algo a esconder após um assassinato

Para aqueles com saudades de “Twin Peaks” e “Gossip Girl”, “Riverdale” estreia dia 13 de fevereiro na Netflix. Desde janeiro de 2017, quando foi lançada no canal norte-americano The CW, a produção vem conquistando fãs adolescentes ao redor do mundo – atualmente é transmitida no Brasil pela Warner Channel, onde já está na segunda temporada. A série escrita por Roberto Arguierre-Sacasa (chefe criativo da editora Archie Comics) é uma livre adaptação de uma popular série norte-americana de desenhos animados dos anos 1960, “The Archie Show” – exibida no Brasil como “A Turma do Archie”.

O seriado acompanha as investigações sobre o assassinato de Jason Blossom (Trevor Stines), um prestigiado jogador de futebol americano e membro da família mais poderosa de Riverdale. Após seu corpo ser encontrado boiando no rio, os moradores da pequena cidade se veem envolvidos numa rede de mistérios, mentiras e traições, onde nada é aquilo que aparenta ser.

É nesse ambiente que mais um ano escolar se inicia para Archie Andrews (KJ Apa), o novo camisa nove do time de futebol de Riverdale High. Decidido a não seguir os passos do pai e disposto a sair da cidade, o rapaz se vê cada vez mais capturado por sua paixão pela música. Mas balanceá-la com sua recém-descoberta vida social não será fácil. Completamente atraído por uma aluna nova, a nova-iorquina Veronica Lodge (Camila Mendes), Archie também precisa lidar com os sentimentos platônicos de sua melhor amiga e vizinha, Betty Cooper (Lili Reinhart). No entanto, apesar da aparência inatacável, o rapaz também esconde segredos que podem revelar detalhes sobre o assassinato de Jason Blossom.

Com a narração de Jughead Jones (Cole Sprouse), que ao longo da série escreve um romance sobre os acontecimentos desde a morte de Jason, o grupo de adolescentes liderado por Archie começa a descobrir alguns fatos do passado profundamente enterrados sob as pacatas ruas de Riverdale.

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