A safra de 2017 foi boa!

Edição: 584 Publicado por: Marcelo Iglesias em 14/02/2018 as 15:57

 
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O ano de 2017 foi um marcado por lançamentos expressivos nos mais variados gêneros da indústria de games, assim como também pela estreia de consoles como o Nintendo Switch que funciona como portátil e console de mesa ao mesmo tempo. Junto dele, a “Big N” também colocou nas prateleiras o Super NES Classic Edition, versão miniaturizada do lendário aparelho 16 bits. E, para completar, a Microsoft lançou o Xbox One X, o super videogame com poder de processamento nunca visto antes.

Mas além de consoles novos, o que marca mesmo são os games que pipocam durante o ano. De janeiro a dezembro, não faltaram ótimas produções como “Resident Evil 7”, que revolucionou completamente o formato da franquia e devolveu a “garganta seca” dos primeiros episódios da série da Capcom.

Balaio farto

Títulos como “Horizon Zero Down”, “Cuphead”, “The Evil Within 2”, “Wolfenstein 2: The New Colossus”, “Assassin’s Creed: Origins”, “Prey”, “Tom Clancy’s Ghost Recon: Wildlands”, “Timbleweed Park” e o excelente “Call of Duty: WWII” brindaram o público com excelentes produções, de gêneros variados que não se resumiam apenas em um ou outro estilo.

Este ano também foi registrada uma renovação nos gêneros de Corrida e Luta, com produções como “Gran Turismo Sport”, “Forza Motorsport 7” e “Project CARS 2”, que elevaram o patamar gráfico e dinâmico dos games de corrida. Já entre as produções de luta, “Injustice 2”, “Tekken 7” e “Marvel vs Capcom: Infinite” amplificam a tendência do comércio de conteúdos extras como personagens, roupas e até mesmo equipamentos, para fugir de um formato praticamente imutável desde a publicação de “Street Fighter 2”, em 1991.

“The Legend o Zelda: Breath of the Wild”

Um dos principais games de 2017, senão é que é o melhor jogo do ano, é “The Legend o Zelda: Breath of the Wild”, o game, que chegou no primeiro semestre junto com o Switch, tinha a missão de ser tão bom quanto os antecessores “Link to the Past” e “Ocarina of Time”.

O game é simplesmente fantástico e coloca o jogador mais uma vez na pele de Link, que precisa salvar o reino Hyrule. Com gráficos em estilo anime, os designers da Nintendo conseguiram um resultado visual excelente dentro das limitações de processamento do Switch, que é um aparelho compacto e com games gravados em cartões diminutos.

A jogabilidade impressiona bastante, assim como a maneira que a narrativa envolve o jogador na trama. Quem jogou demais games “Zelda” não pode deixar de experimentar, mesmo que signifique gastar uma pequena fortuna na importação de um Switch, ou uma versão menos refinada disponível para o famigerado Wii U.

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