“O Mecanismo” transforma em série a Operação Lava Jato, o mais midiático escândalo

Edição: 589 Publicado por: Kreitlon Pereira em 21/03/2018 as 09:25

 
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Em março de 2014, eclodiu a Operação Lava Jato, um conjunto de investigações realizado pela Polícia Federal do Brasil que revelou ao público muitos casos de fraudes envolvendo políticos e personalidades de alta influência no país. Para contar a história de como tudo começou, a Netflix escalou o diretor brasileiro de maior relevância internacional no momento: José Padilha. Conhecido por superproduções como “Tropa de Elite” e “Narcos”, o cineasta carioca agora está por trás de “O Mecanismo” e tem a responsabilidade de dramatizar os primórdios da operação que forneceu boa parte das manchetes de jornais e revistas brasileiros desta década.

A série original Netflix, que estreia em 190 países dia 23 de março, tem como figura central o policial federal Marco Ruffo (Selton Mello). O personagem não chega a esbanjar originalidade – é mais um daqueles típicos investigadores em uma busca insaciável por justiça, sempre com a sua indefectível cota de demônios interiores e dificuldades nas relações interpessoais. Ruffo é a figura-chave na investigação do doleiro Roberto Ibrahim (Enrique Diaz), uma representação na série do doleiro Alberto Youssef – sobre essa troca dos nomes reais por fictícios, Padilha afirma que a substituição foi feita por ordem da Netflix.

Ibrahim era alvo do investigador desde o escândalo do Banestado, falcatrua ocorrida na segunda metade da década de 1990 que envolveu remessas ilegais de divisas ao exterior pelo sistema financeiro. Ao descobrir o quanto aquele esquema fraudulento se reproduzia e se alastrava na política brasileira, Ruffo e seus colegas começaram a investigar o que se tornaria a Lava Jato. Os oito episódios que formam a primeira temporada de “O Mecanismo” contam apenas as fases iniciais da operação, mas já revelam alguns dos momentos mais recorrentes e intensamente explorados pela imprensa. Além das pomposas cenas de prisões de envolvidos, que na vida real já tinham um tom farsesco e cinematográfico, também não deixam passar despercebidos alguns dos muitos momentos dos quais a população sentiu-se frustrada com a operação. Principalmente pelo fato de que muitos dos responsáveis sequer foram julgados ou sofreram penas de caráter insignificante.

 

Tudo a perder

Em “Perda Total”, na Netflix, time de “Workaholics” está de volta em comédia inspirada em “Duro de Matar”

Após sete temporadas de “Workaholics” transmitidas pelo canal por assinatura Comedy Central, os comediantes Anders Holm, Adam Devine e Blake Anderson se reúnem novamente em “Perda Total”, o mais novo filme de ação e comédia da Netflix. A produção original que estreia dia 23 de março conta com direção de Kyle Newacheck (“Workaholics”), já bem familiarizado com o casting. A história é uma espécie de paródia de “Duro de Matar”, na qual John McClane, o policial charmoso e indestrutível interpretado por Bruce Willis, é substituído por três amigos fracassados e completamente despreparados para enfrentar o problema em que se meteram.

Alex, Darren e Joel são três aspirantes a criadores de videogames e amigos de infância que trabalham como faxineiros num luxuoso hotel em Los Angeles. Durante um evento para celebridades no hotel, um extravagante bilionário se oferece para financiar o jogo que a trinca criou. Mas eles não têm nem tempo de comemorar, pois um grupo de terroristas liderados por Conrad Drothers (Neal McDonough) ocupa o hotel e sequestra todos os participantes da festa.

No entanto, o trio de “loosers” consegue escapar e eles se tornam os únicos no hotel capazes de salvar a todos. Após assistirem às ameaças dos sequestradores feitas na televisão ao seu potencial investidor e a Shaggy, cantor jamaicano do sucesso dos anos 2000 “It Wasn’t Me”, o grupo de amigos decide juntar sua coragem e armas para retomar o controle do hotel. E, quem sabe, o rumo de suas vidas.

Com a boa recepção de “Bright” no final de 2017, que arrebatou onze milhões de visualizações nos três primeiros dias, a Netflix aposta bastante nas oitenta produções originais previstas para 2018. Dando continuidade ao projeto, “Perda Total” conta com produção de Seth Rogen (“Neighbors”) para reforçar o catálogo do serviço de streaming como um filme carregado de comédia e ação. Do tipo perfeito para descontrair o final de semana.

 

Força da resistência

Mais novo fruto da maior saga cinematográfica de Hollywood, “Star Wars: Os Últimos Jedi” já está no Looke, Telecine On, Now, SmartVOD e Vivo Play

“Star Wars: Os Últimos Jedi” está disponível como pré-lançamento nas plataformas de streaming Looke, Telecine On, Now, SmartVOD e Vivo Play. No serviço oferecido pela Looke, não é necessária assinatura de uma mensalidade, o aluguel disponibiliza o acesso à obra durante 48 horas e o preço de filmes em pré-lançamento é de R$ 16,99. “Star Wars: Os Últimos Jedi” estreou mundialmente em dezembro de 2017 e custou US$ 200 milhões. Um valor até modesto se comparado ao montante arrecadado pelas bilheterias – cerca de US$ 1,321 bilhão de dólares. A história do longa de duas horas é passada no mesmo universo dos episódios anteriores de “Star Wars” criados por George Lucas em 1977.

Depois de duas trilogias – os episódios IV, V e VI foram lançados entre 1977 e 1983, antes dos episódios I, II e II, que estrearam entre 1999 e 2005 –, foi em 2015 que a série de filmes fez seu grande retorno com “Star Wars: O Despertar da Força”, que iniciou a terceira trilogia e introduziu ao mundo Rey (Daisy Ridley), a personagem principal dessa nova história. A saga é famosa por suas personagens femininas, como Padmé e a Princesa Leia, que ocupavam posições centrais no enredo de cada trilogia. Entretanto, é somente na produção mais recente que a história gira em torno de uma mulher.

O episódio anterior introduziu os novos personagens e a nova ordem do universo “pós Darth Vader”. Além disso, conta com diversas referências dos episódios passados e a participação de Han Solo e da Princesa Leia. Na terceira trilogia, a galáxia se encontra novamente sobre ameaça, dessa vez de uma força chamada de “Primeira Ordem”, liderada por Kylo Ren e o General Hux, que luta contra a Resistência comandada por Leia. No filme “Star Wars: Os Últimos Jedi”, Rey localiza Luke Skywalker, o último Jedi restante, que vive em um planeta distante. Lá, ela tenta convencê-lo a ajudá-la a salvar a galáxia do perigo iminente. Ao mesmo tempo, Rey aprende sobre o balanceamento da Força com o mestre Jedi e esclarece questões sobre o seu próprio passado.

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