Perfeitos estranhos

Edição: 596 Publicado por: Kreitlon Pereira em 09/05/2018 as 09:35

 
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Consagrado em “Dexter”, Michael C. Hall retorna como protagonista em “Safe”, uma nova produção da Netflix

Após conquistar fãs em todo o mundo por sua interpretação arrebatadora como um improvável “serial killer” ético em “Dexter”, Michael C. Hall está de volta como um cirurgião pediátrico britânico em “Safe”, a mais nova produção da Netflix em parceria com a emissora francesa Canal+. Com estreia no dia 10 de maio, a série terá oito episódios com uma hora de duração cada e foi criada pelo renomado escritor norte-americano Harlan Coben, conhecido por seus livros “Não Fale com Estranhos” e “Não Conte a Ninguém”.

Num subúrbio britânico, Tom (Michael C. Hall) tenta criar sozinho as duas filhas em um condomínio fechado e seguro após a morte da esposa, vítima de câncer há dois anos. Apesar disso, o cirurgião busca tocar a vida da melhor maneira possível. Rodeado por amigos e em um novo relacionamento, ele finalmente começa a superar a tragédia do passado. No entanto, tudo muda com o desaparecimento de sua filha mais velha, Jenny, uma típica adolescente de dezesseis anos, e do namorado Chris, três anos mais velho que ela. Dessa forma, Tom se vê mergulhado numa jornada que revela os segredos mais bem enterrados dessa pacata comunidade inglesa.

Para completar o elenco, Amanda Abbington (de “Sherlock”) vive uma renomada detetive e moradora do mesmo condomínio. Ela contracena com Michael C. Hall como Sophie, o par romântico de Tom. Além disso, Mac Warren (de “Hustle”) aparece como Pete, ex-companheiro do exército e melhor amigo do cirurgião. Mas Pete esconde segredos dos quais Tom nem desconfia.

Apesar da história pouco original sobre um pacato subúrbio que esconde grandes mistérios, o trio protagonista é composto por atores bastante reconhecidos, que conseguem conduzir a história de forma magnetizante. O que torna “Safe” uma aposta segura da Netflix para 2018.

 

Regras quebradas

Nova produção original Netflix, “The Kissing Booth” é adaptação de um sucesso literário entre os jovens do mundo todo

No dia 11 de maio, chega à Netflix mais uma produção original, “The Kissing Booth” (“A Barraca do Beijo”). O filme é uma comédia romântica voltada para o público jovem adulto, com 105 minutos de duração. Tem como diretor e roteirista Vince Marcelo, que esteve à frente de produções como “Teen Beach Movie” (2015) e já está bem familiarizado com esse gênero cinematográfico. O elenco é composto por Jacob Elordi, Joel Courtney (“Super 8”) e Joey King (“Independence Day”).

A história gira em torno de Elli Evans (Joey), uma garota de 16 anos que tem uma amizade de longa data com Lee (Joel), seu colega de escola. Essa relação de “melhores amigos” é pautada em algumas regras, que não devem ser quebradas sob nenhuma circunstância. Dentre os “Dez Mandamentos” da dupla, não se pode revelar os segredos um do outro, e, principalmente, que Elli não se apaixone por Noah (Jacob), irmão mais velho de Lee e um dos garotos mais populares e bonitos da escola.

Tudo vai bem até que Elli fica encarregada de dirigir uma “cabine de beijos” em um evento de arrecadação de fundos para a escola. Nesse festival, ela e Flynn se beijam na cabine e a “quedinha” que Elli tinha por ele torna-se algo muito maior e, surpreendentemente, correspondido. Os dois começam a se encontrar escondidos de Lee, quebrando a regra mais importante da amizade dos dois.

O filme é baseado no livro homônimo da britânica Beth Reekles, escrito quando a autora tinha apenas 15 anos. A história teve seus capítulos divulgados primeiramente na rede social “Wattpad”, famosa por ser um lugar onde os fãs publicam narrativas de autoria própria. Com mais de 19 mil visualizações, a jovem autora fechou um contrato para a publicação de “The Kissing Booth” e mais dois outros livros. Em 2013, Beth entrou na lista da revista “Times” de adolescentes mais influentes do ano.

 

Muito além da História

“Quem foi?” chega à Netflix para reforçar a atuação da plataforma de streaming no segmento infantil

Em 2002, a editora britânica Penguin Books lançou a série “Who Was?” (“Quem foi?”), com o intuito de contar para o público infantil sobre a vida de figuras importantes da História. Atualmente, a série possui mais de 200 títulos sobre variadas personalidades, dentre eles Albert Einstein, Pelé, Al Capone e Elvis Presley. Para manter uma presença forte no segmento educativo infantil, a Netflix encomendou a série “Quem foi?”, que estreia os 13 episódios de sua primeira temporada dia 11 de maio.

Para adaptar os livros ao ambiente televisivo, a série gira em torno de uma turma de História, liderada por um professor bobalhão (Andy Daly) que aparenta saber menos da matéria que os próprios alunos. A cada episódio, pelo menos um personagem ilustre é abordado. Mas quem pensa que a série é mais uma aula entediante de História está enganado. Os personagens, vividos pelos próprios alunos, dançam e cantam E há diversos diálogos entre personalidades que nunca se conheceram. Tudo isso para agregar mais profundidade a um meio que está cada vez mais educacional: o infantil.

Atualmente, ter um viés educativo é praticamente uma obrigação das novas séries infantis. Para não ser mais “um alguém na multidão”, “Quem Foi?” tenta se destacar com o apelo das ilustrações características dos livros homônimos, além do elenco repleto de estrelas infantis. Dentre os protagonistas da produção estão figuras conhecidas em programas para crianças, como Haley Tju (“Agente KC” e “Bella e os Buldogues”), Kirrilee Berger (“Agente KC” e “Uma Pitada de Magia”), Lilla Crawford (“Caminhos da Floresta”) e Adam Hochstetter (“A irmã do meio”). Com comédia, música e dança e um elenco já familiar, unidos a um enredo educativo, “Quem foi?” se coloca como uma das maiores promessas do ano em termos de programação infantil.

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