A Candidatura “temer” (*) 

Edição: 598 Publicado por: Marcelo A. Reis em 23/05/2018 as 08:41

 
Leitura sugerida

Caro leitor;

Vejo nos jornais que asseclas do “temer”, ocupante da presidência da república(!), querem que desista da candidatura à reeleição(!) em favor do ex-ministro e ex-CEO (sigla em inglês para o Executivo Chefe de uma Corporação) da JBS. Não se lembra? Já discorremos, certa feita, aqui sobre tal fato. Ainda que não estejamos acusando, é, no mínimo, estranho que o ex-ministro de Estado da Fazenda tenha sido o cabeça de um grupo envolvido em altas trampolinagens e nada soubesse. Assim com o “temer” ter mantido conversas nada republicanas com Joesley, fora da agenda, altas horas da noite em sua residência oficial e nada tenha acontecido. A verdade é que não adianta bater panela apenas para a quadrilha PTista. A sociedade brasileira tem que incluir os princípios éticos e morais entre os seus dogmas pétreos. As transgressões têm que ser rápida e severamente punidas.

Não podemos aceitar, sob nenhum argumento, elementos envolvidos nas maiores tramoias ocupando ministérios e a presidência.

“temer” e seus cupinchas tinham, com todos os direitos assegurados, que estar respondendo por suas maracutaias. Aqueles que viveram/vivem no meio político sempre ouviram os tititis sobre ele ser o “Dono do Porto de Santos”. Tanto quanto os moradores da Rio ouviram/ouvem que o “Nem” é o dono da Rocinha.

Querem indicar Henrique Meirelles candidato. Querem repetir o ex-presidente Itamar Franco que, após o Plano Real, lançou o, então, ministro Fernando Henrique. São diferenças abissais! Itamar era um homem cuja integridade ético/moral é inquestionável e tinha o que apresentar. Itamar, ao surgirem denúncias que sabia serem falsas, contra o seu maior amigo e principal ministro, Henrique Hargreaves, afastou-o do cargo, determinou ampla e rigorosa apuração. Após estar totalmente esclarecido retornou-o ao cargo de ministro Chefe da Casa Civil. 

“temer” blindou-se/blinda-se a si próprio e aos seus parceiros com dinheiro público, comprando parlamentares de um Legislativo carcomido pela corrupção... E pratica as maiores manobras jurídicas articuladamente com o notório Gilmar e outras insignificâncias políticas e jurídicas.

Fiquemos atentos às fraudes e crimes eleitorais que a gangue, hoje no poder, está armando.

Até a próxima.

 

(*) sempre com letra minúscula 

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