Gratidão pelos da Agricultura

Edição: 599 Publicado por: Elisângela Moraes em 30/05/2018 as 08:12

 
Leitura sugerida

Ao ler a última edição deste jornal, me deparei com um artigo intitulado “ Agricultura e Pecuária sustentável”, de José Valter Lima Monteiro, onde este relata o empenho de uma associação, de oito produtores rurais e uma técnica, na produção de leite de qualidade e procedência, com a meta em uma certificação Orgânica.

Ao terminar a leitura, tive um profundo sentimento de gratidão por essas pessoas, pois a cada dia, torna-se mais difícil ver pessoas falando sobre agricultura no sentido literal da palavra e não de agronegócio. A agricultura é a relação do homem com o solo, com o propósito de produzir o necessário à manutenção da vida humana, entretanto hoje se vê como um negócio, onde alimentos são tratados como uma commodity e o agricultor, um mero membro da cadeia de produção.

Ao nos recordar da comida feita por nossas avós ou tias do campo, sempre temos lembranças boas, um simples frango com quiabo, se tornava na refeição mais saborosa do mundo. Parece que tinha algo a mais no tempero, que não conseguimos reproduzir, isso se devia à boa qualidade dos alimentos e principalmente da relação destas pessoas com o alimento e com quem os produzia, se tinha mais sabor, mais saúde e mais prazer.

Mokiti Okada, desenvolvedor da Agricultura Natural, um método agrícola alternativo, assim como a Agricultura Orgânica, em 1937 publicou um poema em que dizia:

“Pés de arroz frutificam fartamente nas espigas curvadas,

acumulando o suor de muitos dias dos agricultores.”

Se os agricultores não produzissem alimentos estaríamos em apuros. Então é mais do que justo os valorizar, principalmente os que estão próximos de nós e se empenhando a nos fornecer alimentos com cada vez melhor qualidade.

Luiz Miguel Ferreira Lopes Costa

 

Ônibus

Uma das opções que temos para transitar Juiz de Fora-Valença é por Rio Preto. Infelizmente mudaram o horário tardando a vinda de Juiz de Fora para Valença, prejudicando muitos que precisam chegar na parte da manhã na cidade (Valença). Já estava sendo solicitada mudança no horário de Parapeúna-Valença para abarcar quem descia às 10h30 e perdia o transporte pela incompatibilidade de translado imediato pela diferença de dez minutos... agora piorou... para estar em Valença de manhã só temos a opção de sair 7h de Juiz de Fora, o que impossibilita muita gente devido à distância da rodoviária para os juizforanos. Peço que reavaliem a questão na prática e busquem trazer o horário de Juiz de Fora-Valença para as 8h45min... o que agradaria muitos usuários de segunda a sexta desta linha de ônibus.

Agradeço a atenção e aguardo retorno com justificativas.

1 comentários

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Pedro Said em 30/05/2018 às 23:14 disse:

Excelente texto e consideraçao!
responder O comentário não representa a opinião do jornal! A responsabilidade é do autor da mensagem!
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