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Edição: 603 Publicado por: Vereador Professor Rafael em 27/06/2018 as 08:23

 
Leitura sugerida

Recebo com muita tranquilidade esse documento unilateral de um segmento que pouco conhece a realidade das políticas públicas de Valença, mas tem legitimidade para fazer esses documentos sem que conheça realmente o acontecido.

Resumindo, a lei 3018/18 adequa a participação popular no conselho para entidades que representam o coletivo (Associação comercial, entidades religiosas, associação de moradores, casa da amizade dentre outros) 

Na 1ª quinzena de março (13/03) houve uma reunião ampliada nas dependências da câmara sobre esse tema , onde 3 vereadores, 2 assessores parlamentares , além de 4 conselheiras municipais (2 representantes do governo e 2 da sociedade civil)  onde um microempreendedor individual sentiu-se preterido quando fizemos a emenda inserindo a associação comercial , que legítima o viés empresarial e coletivo na discussão sobre os direitos da mulher; Todos os tópicos foram amplamente discutidos com as mesmas, mas  em alguns pontos não houve consenso, o que numa democracia é natural e legítimo.

Destaco que existe, em alguns conselhos uma corrente política de extrema esquerda, cargos de confiança de governos anteriores, eternos candidatos , que foram esse estopim que  levou a essa moção, pois quando se amplia a discussão mexe- se com quem refuta a participação de segmentos  que não compactuam com a visão de mundo de algumas “esquerdistas”, no qual a “colunista” se insere, revolucionária com a caneta e inerte na prática, uma clássica “filha do desastre”, já uma velha conhecida por suas falácias fantasiosas, mas essa é a beleza da democracia, temos que conviver com todos.

No mês de agosto uma pessoa desse segmento estará usando a tribuna da câmara e poderemos fazer um bom debate desse tema, o que é de se estranhar que esse descontentamento esteja somente no campo político focado no vereador Prof. Rafael e não no campo legal para resolver a solução, embora tenha plena convicção das alterações feitas para ampliação das entidades da sociedade civil organizada de Valença.

Aproveito a oportunidade para que divulguem a lei em vigor e promovam discussões pertinentes à mulher no município e não somente uma falsa sensação de poder, por uma alteração de uma lei que se iniciou mal elaborada

1-combate ao assédio moral;

2- combate ao feminicidio;

3 - igualdade salarial nos comércios;

4 - efetivação da lei da mãe do bebê prematuro; 

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