Bolsonaro X Globonews

Edição: 609 Publicado por: Marcelo A. Reis em 08/08/2018 as 08:05

 
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Caro leitor; 

Há poucos dias relatei aqui que um queridíssimo sobrinho “acusara-me” de ser “bolsonarista”. Achei “engraçado” porque temos o direito de ser o que quisermos e a obrigação de respeitarmos a opinião contrária. Bolsonaro, Lula, Alckimin, Marina etc. Cada um com o seu. Não sou Bolsonaro. Na verdade não sou ninguém. Até é bom que assim o seja, pois permite-me avaliar de forma isenta. Há muito digo que só a fraude o derrotará.

Na verdade, o candidato do PSL tem superado a sua carência de meios com mobilização e uma postura coerente. Observando verifica-se, mesmo não concordando, que o seu posicionamento, há muitos anos, segue o mesmo. Por outro lado, não há acordos oportunistas. Assim está liberado de amarras que comprometam a coerência dele, acima citada. Isto significa que, para os que se aninham nas sombras do Poder, qualquer um é melhor do que o capitão paraquedista, pois este não é previsível. Preferem o PT ao Bolsonaro.

A entrevista na Globonews, em tudo uma “missa encomendada” mostrou a união dos setores mais díspares (aparentemente!), contra o candidato. Viu-se ali um militar no “cumprimento de missão” que não hesitou em denunciar a demarcação criminosa de terras indígenas, não que fosse contra, em si, mas por atender aos grupos mineradores estrangeiros; a abertura de espaços no Centro Oeste para a aquisição de terras por grupos chineses. E o faz por ter conhecimento do “cerco” chinês ao Brasil. Pelo Oeste da África junto ao Atlântico e na América do Sul por Bolívia e Venezuela e, por outro lado, uma confusa bancada, sem coerência e consistência, que só queria dar “porrada”, acusá-lo de homofobia e falar da Ditadura de cinquenta anos passados.  

O máximo vexame foi a Miriam Leitão balbuciando o que lhe era soprado no ponto eletrônico. Já que faziam “mea culpa” deveriam ter se desculpado, se penitenciado, pela maior fraude eleitoral recente (abortada!); o “Escândalo da Proconsult” contra a eleição de Brizola a governador onde tiveram participação mais do que ativa.

Fica claro que o “(des)governo temer” aglutina  em torno e tem Alckimin como o seu candidato.

Até a próxima..

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