Eleições: o que pode e o que não pode

Edição: 611 Publicado por: Marilda Vivas em 22/08/2018 as 08:19

 
Leitura sugerida

Pedir votos.

Realizar caminhadas, carreatas, passeatas (nesses casos poderá o uso de veículo tocando música ou mensagens de candidatos);

Distribuição de material de papel ou adesivo. Bem como, colar adesivos em veículos, dentro do limite permitido pela legislação, que é de até 0,5 m2 (meio metro quadrado), e a mesma regra vale para os demais materiais impressos. Lembrando que o candidato ou eleitor não poderá plotar seus veículos com adesivos ou fazer justaposição com estes, com o intuito de ter um efeito visual maior.

Veicular as propagandas em redes sociais, desde que gratuitas, e impulsionar conteúdos nas redes sociais do candidato.

Toda e qualquer propaganda deve conter o CNPJ do candidato, e se for propaganda impressa, deve conter, além do CNPJ, a tiragem do material, qual seja, a quantidade de material que foi confeccionado.

Lançar mão do bom senso de modo a não deitar tudo a perder, nas campanhas e nas urnas. Eles (as) e nós.

 

CMDIM-Valença-RJ

No último dia 7 de agosto, foi empossada a nova diretoria do o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher - Valença / RJ. A solenidade contou com a presença de representantes do CEDIM/RJ - Conselho Estadual dos Direitos da Mulher, nomeadamente, Amanda Mota, pela Federação de Mulheres Fluminenses – FMF; Edna Calheiros, da Secretária de Finanças da Diretoria Executiva do CEDIM/RJ e conselheira representante da AMEAS - Associação de Mulheres Empreendedoras Acontecendo em Saquarema e Inês Pandeló, representante do Fórum Sul Fluminense de Prevenção e Combate a Violência Contra a Mulher.

No desdobramento, nesse mesmo dia, o CMDM-Valença/RJ marcou presença na Câmara Municipal, fazendo uso da Tribuna Livre, com vistas a esclarecer o teor e o sentido das deliberações que, uma vez aprovadas em assembleia geral, buscam o aprimoramento da lei municipal de sua criação.

Destaque para a intervenção do vereador Fábio Antônio Jorge que retomou, para si, o empenho de estreitar as relações daquela Casa com o Conselho, de modo a cicatrizar as feridas abertas em passado recente. O vereador, como se sabe, presidirá a Câmara Municipal na próxima legislatura. Dono de um espírito conciliador, desde já desejo que esse espírito, somado às experiências adquiridas em outras legislaturas, promova mudanças substanciais nos trâmites das matérias analisadas nas comissões e aperte o cinto em torno da constitucionalidade das leis ali aprovadas. 

Presente na sessão do dia 7, pude constatar o ‘vazio existencial” que perpassa aquele plenário. A tomar como base as caras e bocas de um e o alheamento daqueles que se perdem na telinha do celular, volto para casa com a sensação de ter estado numa Casa que não estava lá. Algo triste e solitário. 

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