A vitória de Bolsonaro e os fogos antes da hora (Com pré e post scriptum)

Edição: 618 Publicado por: Marcelo A. Reis em 10/10/2018 as 09:47

 
Leitura sugerida

Caro leitor;

(Pré) Há tempos vaticino a vitória do Candidato Bolsonaro.  Desde a época em que o Merval Pereira, Élio Gaspari, o Bernardo Mello Franco e tantos outros brilhantes profissionais mal dispensavam-lhe umas poucas linhas. Se tanto! Afirmei aqui, um SEM número de vezes, e reafirmo, que o plano da Frente Ampla dos Partidões (todos! PT inclusive) em prol da corrupção era fraudar o primeiro turno, levar a eleição para o segundo e promoverem a “virada”. Aí livrariam a todos das malhas da Justiça.

Entendo que cumpriram a primeira parte. E agora partiram/partem para a segunda etapa.

Alguns momentos antes do início da votação escrevi o artigo abaixo.  Postei-o em nossa coluna em um jornal eletrônico que, por uma questão de honestidade intelectual, a seguir reproduzo na íntegra: “A vitória de Bolsonaro (no primeiro turno) Caro leitor; Escrevo-lhe às 2:20 horas da madrugada de 6 para 7 de outubro 2018. Antes de abrirem as seções eleitorais, de iniciar a votação das eleições. Não me chame de precipitado pelo título. Sou, apenas, um realista. Ando por aí, gasto solas e solas de sapato, ouvindo a população. Parafraseando o Brizola, “sou um empírico”. “Venho de longe!”

Faço as minhas “Pesquisas Qualitativas”. Empíricas!

Não tem as qualidades, as tecnicalidades daquelas feitas pelo Instituto Retrato da Maria Tereza Monteiro. Têm, tão somente, a vivência de quem, há muito, aprendeu a ouvir/interpretar o que diz o cidadão comum; aquele que sofre com os impostos absurdos e nada tem como contrapartida. Aquele para quem tudo falta para que o “Mandarinato Tupiniquim” tudo tenha.

Sem gabolices, mas já me gabando, recordo que há mais de três anos escrevo que o Bolsonaro será o próximo presidente. À época, os cardeais da grande imprensa, não dispensavam atenção para a candidatura dele. Ao mencionarem-na o faziam com desdém e/ou incredulidade. Diziam que “atingira o teto”; o limite... Venho dizendo da possiblidade de eleger-se no primeiro turno há alguns meses.

Hoje anuncio: “Bolsonaro está eleito no primeiro turno! “Não se trata de pensamento desejo de adepto, de admirador do capitão. O Pqdt soube entender, interpretar e verbalizar o pensamento geral. Soube encarnar a indignação coletiva para o descalabro nacional.

Mobilizou a população de todas as classes. Vi as pessoas montarem grupos de campanha, autonomamente, sem comando central e sem recursos; faziam “vaquinha” e tocavam o barco. Só vi algo assim, em campanha eleitoral, na do Brizola ao Governo do Rio de Janeiro, em 1982.

Assim, reitero: “Jair Messias Bolsonaro é o novo presidente eleito, no primeiro turno, da República Federativa do Brasil”. Aí você me pergunta: “E se estiver errado?”

Caso tal aconteça, você me desculpará pois não posso acertar todas e, tal, terá sido a nossa primeira escorregada (rsrs!!). Mas tenho certeza.

Até a próxima”.

 

(Pós)

Sem querer defender-me, mas o fazendo, reafirmo o que escrevi.  É justo suspeitarmos de tantas ocorrências apresentadas como irregulares. É justo acharmos, no mínimo, “estranha” a postura da maior rede de televisão; em especial a da Mirian Leitão ao anunciar/comentar os resultados do primeiro turno. Facciosa.

Até a próxima.

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