A canalhada se julga imbatível. Será?

Edição: 623 Publicado por: Marcelo A. Reis em 14/11/2018 as 08:38

 
Leitura sugerida

Caro leitor;

Há muito, aqui e nas conversas de botequim, bato forte no judiciário. “Carmen Lúcia e o Judiciário”, “As instituições estão funcionando! Estão?” são alguns dos diversos títulos sobre o Poder dos Poderes. De uma feita escrevi, e reafirmo, que o dia em que (se) abrirem a “Caixa Preta” do Judiciário a Lava Jato, as trampolinagens das grandes empreiteiras será coisa de pivete em relação ao superpoder. 

Escrevo com raiva, com ganas de “enforcar “ o eunício e seus colegas de senado por terem, aquele, colocado em votação e os demais por aprovarem o aumento do judiciário. Registre-se que, na média, é o setor mais bem pago da Administração Pública. 

Canalhas! Todos canalhas!

Não adianta, aliás só piora, o tóffolli vir a público e, com caras e bocas, dizer que não é aumento, mas equalização em função da inflação ou, cinicamente, dizer que será compensado pela extinção do Auxílio Moradia...

Extingue-se algo que nem deveria ter sido criado, cuja existência, em si mesmo, já é um acinte.

Está nos rotulando, a todos, de tolos, otários ou no português bem claro das ruas de bobocas. É o que para ele o somos. Bobocas! Afinal devemos o ser, pois aceitamos os conluios das ditas “elites” (entre aspas porque não o são; elite é outra coisa) sem reagir. Espero não estar errado, mas as coisas podem estar mudando. O tal eunício foi varrido do senado, assim como os lobões, jucá, sarney e tantos mais. À esquerda e à direita. Na Câmara, nos estados houve uma desinfestação considerável. Alguns ainda ficaram. 

Voltando ao “presidente” do STF, reprovado duas vezes em concurso para Juiz de Primeira Instância, lá está não “por notório saber jurídico”, mas pela submissa relação com o PT. Não o digo em relação a uma linha ideológica. Tal ocorre em todas as Cortes Superiores; seria normal. No caso o que existe é “a notória primariedade jurídica”, mas embasada na submissão completa a um partido. Quando submetido e aprovado no Senado a OAB, as Associações de Juízes e as dos M.Ps. ficaram mudas, caladinhas.

Retomando o núcleo da nossa conversa, vimos o presidente eleito buscar a compreensão, pedir, apelar à visão patriótica dos políticos e do judiciário e o resultado foi aquele, do aqui sempre citado, ditado nordestino do meu amigo Dr. Ayrton Aguiar: “Farinha pouca, meu pirão primeiro!”. O presidente pediu, apelou, mostrou que quando pedimos sacrifícios para toda a Nação, devemos, todos, colaborar. Tal qual a musiquinha aquela, o toffolli, gilmar, lewandovski, eunicio, lobões, jucá et cateva não estão nem aí. Que faltem médicos, remédios, equipamentos, professores, materiais escolares, comida, emprego... Desde que as suas benesses estejam asseguradas. Que se f...erre o povo . E tome um impacto da ordem dos seis bilhões!

Não faço terrorismo, mas o presidente Bolsonaro, soldado pqdt. que o foi/é e será, não admite falhar na missão a ele atribuída pelo Brasil.

Jair Bolsonaro, que a muitos surpreendeu, todos os dias demonstra ser um refinado estrategista e um acurado tático. No início da sua caminhada, infiltrou-se para levantar informações. Era essencial conhecer o terreno, os inimigos, as adversidades e pontos fortes deles, e os seus próprios. Foi ao encontro do que dizia e queria o povo. 

Conhecedor da Câmara, onde, socialmente, sempre se relacionou bem com a maioria (claro que não com todos) foi lá para a comemoração dos trinta anos da Constituição. Saiu-se muito bem. Sereno e firme. 

De lá foi agrupar as suas tropas.

Contornou. Fez uma manobra de flanco. 

Visitou o Ministério da Defesa e os comandos das três Forças Armadas. Foi restituir-lhes o prestígio para com a presidência e as demais instituições da República, reconhecendo o elevado conceito que desfrutam junto à população.

É bom os analistas observarem.

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