O tratamento e a “Deprê” 

Edição: 654 Publicado por: Marcelo A. Reis em 03/07/2019 as 08:03

 
Leitura sugerida

Caro leitor;

Não fique assustado. Não escrevi uma crônica triste, deprimida. Ao contrário. 

Fico feliz em constatar a grande, e diversa, rede de amigos que possuo. 

Muitos contatos, por todos os meios, querendo saber o que acontecera. Não amigos; não estou mal! Ao contrário! 

Estou muito bem e, paradoxalmente, feliz. Muito feliz! 

Além de ter constatado, na prática, a importância de agirmos de maneira articulada e coordenada, trouxemos, em nosso circuito, o assunto à baila. Encara-lo e discutir, sem preconceitos, e também sem pieguismos, com um enfoque direto e objetivo é um ganho muito grande. Pessoal e coletivamente. 

O nosso posicionamento público possibilitou que inúmeras pessoas, que fizeram contatos, viessem a sentirem-se encorajadas a admitir e aceitar a doença e as suas limitações. Entenderem, como entendi, que não somos super-heróis e que com a ajuda de familiares, amigos e companheiros de trabalho podemos buscar e encontrar caminhos e soluções. Podemos ver o lado bom da tecnologia. Explico-me. Colegas de colégio, ginásio e primário, apareceram.

Dando e/ou pedindo sugestões.  

Nas minhas procuras achei o PróCuidar da nossa FAA. Como depreende-se pelo nome, trata-se de um programa de trato ao indivíduo. De uma maneira ampla. Holística diriam os técnicos. Envolve profissionais da Saúde, médicos, nutricionistas, enfermeiros, fisioterapeutas, educadores físicos...

Um espetáculo!

Tem como coordenador o educador físico professor Dr. Antônio Paulo, que recondiciona o paciente, ou, diria mesmo, pré-condiciona em alguns casos. Uma autoridade respeitada no ambiente!

Duplamente importante, vai nos cuidando, ao tempo em que, simultaneamente, vai ensinando aos alunos. Uma garotada de primeira linha. A outra face da moeda é que, como se diz no popular, é 0800. 

É de graça!

Concluo, dizendo: 

Não hesite em pedir ajuda. É importante! 

Sozinho; você nada conseguirá!

Não hesite em ajudar. É importante!

Sozinho; ele(a) nada conseguirá!

Até a próxima. 

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