O 17 de outubro

Edição: 669 Publicado por: Gustavo Abruzzini em 16/10/2019 as 08:57

 
Leitura sugerida

Exatamente hoje, dia 17 de outubro, faz 196 anos que o Imperador Constitucional e Defensor Perpétuo do Império do Brasil, Dom Pedro I, assinou, em 1823, o “Álvara de Creação”, documento que promoveu o incipiente povoado da, até então, Aldeia de Valença, para Vila de Valença. Eram outros tempos e, por isso, somente cerca de três anos depois (18/11/1826) instalou-se a primeira Câmara da agora Vila de Valença, que por mais três anos foi presidida pelo juiz José Thomaz de Aquino Cabral, até que em 1829, José Silveira Vargas assume como primeiro presidente eleito por seus pares.

 

Dom Pedro I

E foi pela época desta assinatura que consta que Valença recebeu a visita, vindo em viagem a cavalo, do imperador Pedro I. Segundo relatos baseados em jornais da Corte, Pedro I teria visitado a capela em construção e almoçou na casa do vigário. Casa que, me parece, ainda está de pé, mas caindo, na ladeira Barão de Vista Aegre, próximo ao clube Valenciano.

 

Lamento

Mais uma vez, chegou aos meus ouvidos a informação de que voltei a desagradar o grupo de “fiéis” assessores políticos. Consideram, eles, que os fatos que envolvem o deputado André Correa deveriam ser proibitivos de serem tocados cá neste jornal. Na visão deles, um jornal que se preza, em cidade do interior, teria de ser cerimonioso e respeitador com o grave revés daquele homem público.

Mais lamento

Pois nós, achamos ao contrário. Na opinião deste humilde comunicador, muito pior é a estratégia de não tocar no assunto, como se não houvesse o fato. Afinal, André, como dito acima, é ou era um homem público. Melhor informar do que omitir. Ou será que ainda acham que nesta era de comunicação a mil, ainda haverá alguém que fique alheio ao episódio? Estamos no nosso papel: informar. Afinal, quando é com o adversário, nos aplaudem e dão risada.

 

Nada a opor

Continua a falta de oposição no cenário político de Valença. O que é bom por um lado, o lado da governabilidade, por outro, traz uma sensação errada de pasmaceira e esconde muitas prováveis insatisfações populares. Tornando o campo fértil para os “salvadores da pátria” que surgem às vésperas de cada eleição. Se eu fosse o prefeito, investia numa oposição!

 

Os salvadores da pátria

E por conta do cenário acima descrito, já há especulações de candidaturas dos sumidos Álvaro Cabral e Fábio Ramos, que neste tempo todo não fizeram oposição alguma. Então, por que se oporiam agora?

 

Teste de paciência

Quem é motorista, em Valença, sabe da sensação de que há automóveis demais para ruas de menos. E com a fuga dos espaços dedicados ao estacionamento rotativo, muitas ruas estão ficando inviáveis em razão de serem estreitas em sua largura. Aí, sendo mão dupla, quando estacionam de um dos lados, está implantado o caos. É o que vem acontecendo nas ruas Rui Barbosa, Expedicionário Arlindo dos Santos, Tanguara, Getúlio Vargas e na avenida Nilo Peçanha, no trecho da rua Mário Castilho até a rua Luiz Pinto. É um ferrolho atrás do outro!

 

Recalcitrando

Aliás, nos citados logradouros, o que há de carros estacionados na contramão é uma enormidade. Este fato e mais a crescente e visível ocorrência de motoristas dirigindo ao mesmo tempo que falam ao celular, a nosso ver seriam bons objetivos de campanhas dos setores de trânsito com apoio da Guarda Municipal. Até porque, os dois fatos já fazem parte da normalidade dos condutores. O que é grave falsa ignorância das regras.

 

Sumiram

E o deputado Luiz Antônio postou recentemente em seu facebook insatisfação com aquela rede social por terem suprimido, do nada, diversas fotos de suas prestações de conta. Infelizmente, as vantagens advindas do meio digital ainda reservam estas surpresas. O Zuck não está nem aí.

 

Estamos aqui...

Uma constatação destes novos tempos de interação entre políticos e redes sociais é a da profusão de videozinhos amadores. Nada contra. A não ser a constatação da ineficiente produção. Aí é um tal de insistentes “estamos aqui”, câmera que balança, discurso que tropeça nas sílabas e falta de cortes. Não é o caso do deputado Luiz Antônio, que tem a seu lado profissionais de comunicação para auxiliá-lo na tarefa, aparentemente simples, mas que reveste-se de detalhes sutis de qualidade.

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