Liberdade

Edição: 670 Publicado por: Gustavo Abruzzini em 23/10/2019 as 09:38

 
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Esta semana que passou, culminando justamente nesta terça-feira, dia de nosso sagrado fechamento, não se falou em outra coisa, nas bases políticas de Valença e de outros redutos, senão na possível libertação dos deputados detidos na Operação Furna da Onça. Seriam, beneficiados pela decisão da ministra Carmem Lúcia, que jogou para à Alerj decidir. Em quase um ano do martírio parlamentar, nunca eles, dentre os quais André Corrêa (DEM), estiveram tão próximos de deixarem a detenção e responderem seus processos em liberdade.

 

Justificativas

E o que se diz pela turma da política é que André estaria amargando o fato de ter “desafiado” o poder dos Picciani, ao resolver deixar a parceria eleitoral que mantinha com o filho do “capo”. E que, ao lançar a candidatura de Luiz Antônio, esta teria tirado de Leonardo Picciani votos que fizeram falta a sua reeleição.

 

No dia

Coincidentemente,justo nesta terça-feira, Leonardo passou pela ondas de rádio valencianas para dar um alô aos eleitores valencianos. Coincidência, né?!

 

Outra

Diz-se também que André teria padecido por falar que faria o que poucos no Legislativo e no Judiciário concordaram placidamente. E que a pré-candidatura à presidência da Alerj, acabou detonando uma reação em cadeia. Agora, pergunta-se: quem leu, efetivamente, a denúncia do Ministério Público?

 

A César...

Mas quem fica devendo mesmo é, mais uma vez a Justiça brasileira com suas idas e vindas, decisões e contradecisões, que acabam se resumindo em indefinição geral. Afinal, o que pensar de André Corrêa e José Graciosa? Serão mesmo culpados do que lhes acusam, ou inocentes? O julgamento da opinião pública, baseado nas peças acusatórias, serão confirmadas, ou não? Como lidar com isso? Por que tanta demora? E por que suscitar tanta dúvida e tanta certeza ao mesmo tempo, diante da incapacidade, incompetência ou interesse em não julgar, com a celeridade que a sociedade necessita e até clama?

 

Santo Petróleo

O Senado Federal aprovou na terça-feira (15), por unanimidade, o projeto de lei (PL 5.478/2019), que garante o repasse de aproximadamente R$ 2, 3 bilhões para o estado do Rio e R$ 332 milhões para os 92 municípios fluminenses. Graças à articulação da bancada fluminense, a chamada cessão onerosa do megaleilão do pré-sal irá destinar mais recursos para o estado produtor, no caso o Rio de Janeiro. Na Região Sul Fluminense, os municípios de Volta Redonda e Barra Mansa receberão R$ 6, 9 milhões cada um, já que os recursos foram divididos de acordo com o Fundo de Participação dos Municípios (FPM), que oferece mais recursos para àqueles com mais de 142 mil habitantes. Já municípios como Paraíba do Sul, Pinheiral e Quatis também contarão com um aporte de R$ 2,3 milhões, R$ 1,8 milhão, e R$ 1, 3 milhão respectivamente nos seus cofres públicos, dinheiro que poderá ser usado para novos investimentos.  Valença irá receber R$ 2,4 milhões e Vassouras R$ 2,1 milhões.  Todos os municípios do estado serão contemplados, os valores variam de no mínimo 793 mil a no máximo R$ 37,4 milhões que irá apenas para a Capital, o município do Rio de Janeiro. Exceto a Capital, o valor máximo que será distribuído será de R$ 6,9 milhões. 

 

Geladinho

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Educação (Seeduc), vai climatizar todas as 1.222 escolas públicas estaduais do Rio de Janeiro. Cerca de 24 mil aparelhos de ar-condicionado foram comprados. Atualmente, apenas 4% das unidades de ensino possuem equipamentos adequados. O primeiro carregamento, com sete mil aparelhos, chegou na quarta-feira, dia 16, e foi entregue na sede da Polícia Rodoviária Federal, no bairro Irajá, Zona Norte. Até o início do próximo ano letivo, 100% das escolas receberão ar-condicionado.

 

Canditura do Fred

O conhecido de Valença, engenheiro e empresário Fred Luz, foi o nome aprovado pelo Partido Novo no rigoroso processo seletivo para ser o pré-candidato à Prefeitura do Rio de Janeiro. Fred, de 66 anos, foi responsável pela implantação da fábrica da Richards, em Valença. Ele teve de superar três etapas, nas quais mostrou ter integridade, capacidade de gestão, de comunicação e estar pronto para o desafio de gerir uma cidade tão complexa como o Rio. Carioca, Fred construiu a sua carreira profissional em grandes empresas até começar a empreender. Por fim atuou no Flamengo, onde foi diretor-geral e um dos responsáveis pela reestruturação do clube.

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