Juventude em Questão: a religião forma ou desinforma?

Edição: 418 Publicado por: Marcela Giesta em 13/11/2014 as 08:23

 
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Valença – A religião, ainda hoje, é tema de constantes debates entre todos os campos da sociedade. Para muitos, é um fator essencial, de sentido à vida e, para outros, ela nada mais é que um entre os inúmeros fatores de controle social. Diante deste cenário, fica a dúvida sobre como a religião influencia a vida do jovem, e quais os benefícios e malefícios que podem ser trazidos. Este é mais um tema da série Juventude em Questão.

Mesmo diante do sincretismo religioso existente no Brasil, a influência das doutrinas geram inúmeras polêmicas de caráter político-social, como pôde ser constatado nas eleições deste ano, onde as figuras políticas fizeram certo “apelo” a grupos religiosos. Ainda hoje, podem ser observados inúmeros casos de intolerância religiosa no país.

Juliano Henrique tem 21 anos e é agnóstico. Ele costuma estudar bastante a respeito do tema “religião”, com o máximo de imparcialidade, e explica que a questão de os valores morais serem moldados sem as “limitações” de uma religião clássica foi um dos motivos que o fizeram optar por esta filosofia. “Poder fazer o bem independente de possíveis ‘recompensas’ de um deus, é um dos fatores que me fizeram crescer bastante. Geralmente, uma pessoa normal atribui uma boa ação ao fato de a pessoa ser ‘de deus’. Acho até interessante ouvir tal coisa, sempre que acontece agradeço o elogio, porque sei que é uma questão cultural, até porque não estamos acostumados a ver alguma ação sem esperar nada em troca por assim dizer”. De acordo com o jovem, o agnóstico tende a ser mais propenso a ouvir a opinião contrária, pelo simples fato de não ter uma instituição por trás dele que precise ser defendida.

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6 comentários

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gerson gustavo mariano em 18/11/2014 às 22:09 disse:

TUDO VEM DE DEUS ÉLE É O CRIADOR .POIS SAMOS FILHOS DE DEUS .
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Fluxo A em 21/11/2014 às 09:01 disse:

gerson gustavo mariano..."POIS SAMOS" ?????? Me exclua dessa SAMOS ai
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Paula Tejano em 17/11/2014 às 15:25 disse:

É incrível a necessidade do ser humano de uma religião ou de uma filosofia quanto a um ser superior que pode ou não existir. Se ele existe, é difícil afirmar que ele tenha algum impacto direto em nossas vidas, uma vez que nenhum dos seus "seguidores" tem tecnicamente favorecimento de sua parte. Coisas boas e ruins ocorrem para todos, e se esse ser todo poderoso protege mesmo a todos nós, coisas trágicas como algumas que recentemente aconteceram em nossa cidade não aconteceriam. Mas independente isso, a religião forma caráter como base, talvez possamos até considerá-la um pilar da nossa sociedade, mas se alguém depende do medo do inferno pra fazer algo bom, definitivamente não é uma boa pessoa.
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André Dantas em 15/11/2014 às 04:59 disse:

Discordo. Sou evangélico. Possuo vários diplomas, estou concluindo minha faculdade. Minha igreja sempre impulsiona odesenvolvimentolvimento dos jovens em relação a cultura e a importância da faculdade e etc. o problema não está na religião, mas sim, em uma cultura (brasileira) que não ensina as nossas crianças a terem uma mente empreendedora desde o ensino fundamental.
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Fluxo A em 18/11/2014 às 11:53 disse:

Também possuo diplomas, já concluí minha faculdade, esforço somente meu! Nunca precisei de religião ou igreja impulsionando meu desenvolvimento, fiz por conta própria. Pra defender minha tese que o crescimento independe de religião, o homem mais rico do mundo é ateu e muitos dos outros mais ricos também. Concordo com o fato da nossa cultura não criar empreendedores entusiastas. Porém, religião é religião, empreendimento é empreendimento. Excluindo os casos em que a Igreja se torna negócio, com pastores/padres/sacerdotes/profetas empreendedores lucrando bastante as custas da fé dos seus "fiéis clientes". Acreditar em um deus não define bom caráter, tal como não acreditar defina a pessoa como mau caráter.
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Fluxo A em 13/11/2014 às 15:34 disse:

Sou Ateu e concordo com ele, não preciso de um deus para fazer coisas boas. Não preciso de recompensas e nem de uma pós vida celeste para isso.
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