O balanço da segurança pública em 2017

Edição: 579 Publicado por: Redação em 10/01/2018 as 09:42

 
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Valença – O que há alguns anos vinha se tornando preocupação, o tráfico de drogas é realidade que atormenta a cidade. Em torno do crescimento desmedido dessa prática criminosa se intensificam outros tipos de crime, como furtos e invasão de residências, além de apreensão de armas de fogo. Enquanto isso, as redes sociais criam muito burburinho sobre a situação da segurança da cidade. Para conhecer os principais dados sobre o setor, o Jornal Local conversou com o comandante da Polícia Militar na cidade. Ele falou dos índices da criminalidade na cidade e sobre o trabalho empenhado para coibir a violência.

O comandante da 3ª Companhia da Polícia Militar, no bairro Água Fria, tenente Silva Cruz, falou que um dos destaques negativos deste ano foram as apreensões de armamento de maior potencial ofensivo, como algumas granadas e uma pistola de 9 mm com kit rajada. “Tem o mesmo efeito de um fuzil!”, conta ele, destacando que a apreensão desses armamentos se devem principalmente a uma disputa de facções criminosas que se instalou no Loteamento Santa Rosa II. O comandante ressalta que, por enquanto, essas armas estão sendo usadas apenas na disputa entre as duas facções e, não, contra a população. Para Silva Cruz, a guerra aqui na cidade ainda não é aberta como já acontece em Barra do Piraí e Angra dos Reis, mas já pode ser considerada reflexo das outras. Em 2017, foram 48 armas apreendidas, com maior incidência de pistolas e revólveres. O comandante aponta que, antes, as apreensões sempre foram de armas de baixo calibre e velhas. “Hoje, você pega arma nova, manutenida, limpa e pronta para uso”.

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