Medicina: os 50 anos do curso referência da FAA

Edição: 598 Publicado por: Marcela Giesta e Paulo Henrique Nobre em 23/05/2018 as 09:22

 
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Valença – O mês de maio foi, realmente, um mês de muitas comemorações para a Fundação Educacional Dom André Arcoverde (Cesva/FAA). Três importantes cursos universitários da instituição comemoraram suas Bodas de Ouro (50 anos). O Jornal Local já falou de dois deles: Direito e Odontologia. Nesta edição, a reportagem entrevista o diretor da Faculdade de Medicina, o curso de maior destaque da instituição, que vem despontando nos últimos anos em virtude dos aprimoramentos que a Fundação implementou com apoio do Governo Municipal, fazendo do curso um apoio indispensável ao setor da saúde na cidade.

A comemoração dos 50 anos do curso contou com extensa programação durante esta quarta-feira, dia 23 de maio, durante o 1º Congresso de Ligas Acadêmicas (CLAM) da Faculdade de Medicina de Valença (FMV), onde os participantes puderam conhecer um pouco da história do curso desde sua criação. O encontro contou com a participação de ex-alunos da Faculdade, em especial, da 1ª turma, além de ex-funcionários. Aconteceu também palestra com o ex-aluno e, hoje, professor, Rafael Brandão, especialista destacado internacionalmente na área de Oncologia. Outra parte da comemoração está programada para o mês de setembro na Jornada dos Ex-alunos. “A gente pensou de não ser uma coisa pontual, um dia só. A gente dá início, finaliza em setembro e ao longo desse período, a gente faz vários eventos relacionados a essa comemoração”, informa o ex-aluno e atual diretor da FMV, Kleiton Santos Neves.

História de luta

Falando à reportagem, o diretor contou a história de sucesso do curso, marcada pela batalha, principalmente, de jovens que tinham como sonho cursar Medicina. “A criação da Faculdade de Medicina é uma coisa bem interessante e chega a ser até emocionante, quando a gente vai ler a história da Faculdade!”, alega Kleiton. Segundo ele, em 1968, houve uma mudança importante com relação à antiga Faculdade Nacional de Medicina, que funcionava na Urca e passou a funcionar na Ilha do Fundão. A transição acabou gerando a redução no número de vagas e os alunos que foram aprovados no vestibular difícil, competitivo, não tiveram essas vagas garantidas. “E aí, se criou um grupo de alunos. Esses alunos que passavam, mas não eram chamados nas universidades públicas, foram chamados de excedentes. Em um grupo de alunos excedentes, começou um movimento reivindicando a sua vaga na Faculdade de Medicina”.

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