UM ENCONTRO COMEMORATIVO

Edição: 604 Publicado por: José Viriato da Silva em 04/07/2018 as 11:20

 
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Quando o casal José Theotônio da Silva e Rosa de Lima Furtado da Silva escolhia nomes para cada um de seus dez filhos, buscava inspiração na fé cristã, daí lembrarem santos de sua especial devoção.

Curiosamente, percorreram o alfabeto, de A a Z, Zélia foi uma das filhas.

Essa interessante preferência os levou a terem três iniciados com a primeira letra: Aída de Lourdes, que homenageia mártir do início do cristianismo e também a Virgem Maria na sua gloriosa aparição a Santa Bernardete. Para dois dos seis meninos escolheram Antônio Fernando e também Affonso Maria, este lembrando o fundador da ordem do Padres Redentoristas.

E por que se estar falando nisso? Porque houve uma reunião familiar onde foram anotadas as presenças do Amor e da Amizade, vocábulos iniciados como os dois homenageados, a Aída de Lourdes e o Affonso Maria.

Foi em 21 de abril p.p., na simpática Manuel Duarte, que se deu tal evento, começando na moderna e bem equipada Creche Comunitária que leva o nome da genitora da Aída e do Affonso, idealizada e criada com a área em parceria com a Prefeitura de Rio das Flores (RJ), sendo o prefeito e empreendedor Vicente Guedes, em março de 2002, que reparte assim sua generosidade com a população. Aliás, as doações deste engenheiro aposentado estão a merecer uma matéria especial, a que será dada a oportunidade de explanação.

Sigamos com o Encontro, resumindo quanto possível. Pois bem, entre os participantes da Celebração Religiosa na Creche, destacava-se, evidentemente, a nonagenária Aída de Lourdes, lúcida e jovial em meio à extensa prole. E ela lembrava um ato marcante de sua bela existência, que foi, ainda adolescente, ter assumido cuidar dos irmãos mais novos, órfãos de mãe que ficaram. Doce Aída, gentil Aída, um exemplo duradouro.

Houve, em seguida, uma visita aos túmulos dos familiares, onde netas do casal José Theotônio e Rosinha e também sua filha Maria Escolástica, afetuosamente Colaca, depuseram flores. Ainda no local, pôde ser observada uma sepultura mandada erguer pelo Affonso, para dela se valerem pessoas sem recursos.

Dali, seguiu-se para a residência do irmão João Bosco que vive no local com sua simpática esposa, Regina, também cercados de descendentes. Sob um pomar onde chegava a brisa do Rio Preto que corria ao fundo, aconteceu um almoço muito animado, bem servido por uma firma de Valença, com fundo musical a cargo de uma cantora de Paraíba do Sul.

Sendo esta matéria uma nota, não há como declinar os nomes de tantos componentes da família e amigos ali presentes para homenagear, cheios de alegria e fraternidade, a Aída e o Affonso, respectivamente pelos seus noventa e oitenta anos.

Vamos terminar, depois do que narrei com a certeza de que eles têm se mostrado como exemplos de Amor e Amizade, merecendo por isto todas as homenagens.

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