O que se faz para prevenir ou reduzir o impacto das chuvas?

Edição: 637 Publicado por: Ana Terra/ PHN em 07/03/2019 as 10:06

 
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De acordo com as autoridades, há ações preventivas sendo tomadas ao longo dos anos para impedir que as chuvas causem estragos muito maiores dos que os registrados nos últimos dias. Apesar dos problemas detectados, o coordenador da Defesa Civil ressalta que a cidade de Valença é ainda muito resiliente. “Ela suporta muitas das vezes, um alto índice pluviométrico, coisa que muitas cidades aqui vizinhas, como Volta Redonda, Barra Mansa, Barra do Piraí, não aguentam”. Ele lembra que algumas localidades do município são passíveis de inundação por tratar-se de população ribeirinha. “Tipo Varginha, Canteiro, parte de Chacrinha, Matadouro, João Bonito”.

Luiz Carlos informou que, desde o final de 2018, a cidade está em Estado de Alerta, iniciativa decretada pelo prefeito Fernandinho Graça. De acordo com ele, o decreto se estenderá até o final de março e pode ser prorrogado por mais tempo se for necessário. O coordenador explica que Valença possui um Plano de Contingência, onde todas as Secretarias trabalham em conjunto com a Defesa Civil na resposta aos sinistros. “A Defesa Civil recebe do Cemaden – Centro de Monitoramento de Desastres – todo o dia, mensagens e gráficos sobre chuva e o comportamento meteorológico. Também recebemos da Secretaria de Estado de Defesa Civil as mesmas mensagens e gráficos. E também da nossa Regional de Defesa Civil”.

Com relação à prevenção, Luiz Carlos afirma que a Defesa Civil atuou durante 2018 no desassoreamento e limpeza de córregos e do rio das Flores. “A comunidade em geral contribuiu muito para que o sinistro não fosse maior”, apontou, afirmando que a população tem se mostrado mais consciente sobre o lançamento de detritos nos rios.

Centro

Quem mora ou passou pelo Centro, teve que enfrentar aquelas inundações rápidas em locais como a praça Paulo de Frontin, rua Visconde de Ipiabas e Dr. Figueiredo, entre outras. O secretário de Serviços Público afirmou que as galerias pluviais e redes de esgotamento sanitário do Centro são antigas. “A cidade foi crescendo e, hoje, não comporta o volume de água. Você vai lá, limpa o bueiro, mas é manilha de 20cm”. Contudo, disse que o problema próximo ao Supermercado Bramil diminuiu, após o trabalho de limpeza e abertura da galeria, que passa no terreno do antigo Senac – em frente à Rodoviária Princesa da Serra.

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