Alfabetização e aprendizagem: os desafios da educação que enxerga o diferente!

Edição: 654 Publicado por: Paulo Henrique Nobre em 03/07/2019 as 08:22

 
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Valença – O que se espera da escola quando você matricula o seu filho? Que ela seja capaz de oferecer a ela a educação necessária para que se desenvolva como ser humano e se capacite para enfrentar as responsabilidades da vida adulta. Para isso, a educação precisa ser capaz de estimular o aluno e atender as suas demandas. Mas será que a cidade consegue oferecer educação de qualidade que, ao mesmo tempo, ofereça conteúdo apropriado, detecte potenciais e dificuldades individuais e reconheça o tempo de cada criança e adolescente?

Essa é uma questão complicada e o Jornal Local resolveu perguntar quem entende do assunto. Nesta reportagem, conversamos com a professora Maria Aparecida de Almeida, secretária de Educação do Município; o professor Felipe Duque, diretor do Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação; a professora Mônica Teixeira, diretora do Curso de Pedagogia da FAA e doutora em Educação pela UFJF; Vanda Valente e Marcela Giesta, do Colégio Líder; e o vereador Professor Rafael Tavares, membro da Comissão de Educação da Câmara Municipal. Segundo Mônica, o mundo se transformou numa velocidade muito grande, principalmente pelas inovações tecnológicas. Para ela, as crianças de hoje possuem acesso a um mundo virtual, que oferta uma gama de informações a todo instante, dessa forma, as escolas precisam ter a inovação tecnológica como uma aliada, pois essas ofertam às crianças uma organização de pensamento muito diferente da época em que os adultos de hoje foram alfabetizados.

“E ter a tecnologia como aliada, não significa inserir dentro das escolas o uso do computador e do celular, mas termos profissionais sensíveis para perceber que as crianças possuem uma outra forma de pensar por conta da velocidade de informação a que possuem acesso, devido ao uso da tecnologia. Eu aposto na prática pedagógica que seja diferente da usada no meu tempo. Eu aposto no profissional da educação que, ciente da transformação do mundo, percebe que temos crianças com infâncias diferentes e que essas dividem os espaços da sala de aula, cada uma com suas necessidades, com suas preocupações, com suas vontades”.

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