Parque de Diversões no Jardim de Cima: sim ou não?

Edição: 658 Publicado por: Redação em 31/07/2019 as 09:01

 
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Valença – Mais uma vez, com a proximidade da festa da padroeira do município, as redes sociais estão repercutindo a polêmica sobre a instalação do parque de diversões na praça Visconde do Rio Preto (Jardim de Cima). Internautas criticam a iniciativa, alegando a descaracterização e depredação do local. A comissão que organiza a parte externa rebate as denúncias, alegando que o local é mais preservado que o Jardim de Baixo, onde não há eventos. E afirmou que nenhum outro local da cidade teria as condições necessárias para a instalação dos brinquedos.

Quem vem lutando através das redes sociais contra a utilização do Jardim de Cima para a instalação do parque de diversões é a internauta e influenciadora, Carol Paranhos. Ela é administradora de duas páginas no Facebook – “Valença Bonita” (junto com outros parceiros) e “Valença: Ah! Qual é o Projeto Turístico?” -, onde debate temas diversos. Para ela, deixar a praça bem cuidada em sua plenitude, para o descanso dentro do espaço da própria festa, já é um grande motivo para a sua preservação e manutenção. “A praça Visconde do Rio Preto/Jardim de Cima, é uma ‘Praça Viva’, embora muitos acreditam que precisa ter eventos, para assim ser justificada. Quantas pessoas durante o dia e à noite, não passam por ela, vindas de outros bairros, pelas cinco ruas, que ali fazem fronteiras? O Jardim de Cima é o espaço verde, que nos equilibra! Ele nos proporciona o descanso mental! Sabemos que as cidades turísticas que levam o turismo a sério, encantam seus visitantes com jardins e praças bem cuidadas e floridas. Como vamos manter o equilíbrio da vida silvestre local, com amplificadores de som, holofotes e multidão, atraídas por um grande evento?”.

Carol disse não ser contra o parque de diversões na Festa da Glória. “Sou apenas contra a sua instalação na praça Visconde do Rio Preto/Jardim de Cima”. E ela é contra a utilização do local para a realização de qualquer evento. “Os eventos sociais que tiveram na praça no passado, não podem ser a justificativa para ter eventos nos tempos atuais. A população cresceu e com ela chegou a tecnologia, que no passado não havia, como amplificadores de som, grandes holofotes e por aí vai”.

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