Valencianos são destaques na Olimpíada de Astronomia e Astronáutica

Edição: 671 Publicado por: Ana Terra em 30/10/2019 as 10:17

 
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Valença – A 22ª Olimpíada de Astronomia e Astronáutica – OBA - já conhece seus vencedores e dois deles são valencianos. A OBA é uma prova nacional, disponível para alunos do ensino fundamental e médio, de escolas públicas e particulares. De acordo com a OBA, a edição de 2019 contou com 884.979 mil estudantes, distribuídos por 2.786 escolas participantes da avaliação. Os jovens Alex da Silva Martins e Maria Clara de Melo Beiler receberam, respectivamente, suas medalhas de ouro e bronze em uma cerimônia realizada no CEFET – Campus Valença, no dia 24 de outubro.

A Olimpíada de Astronomia e Astronáutica é realizada anualmente e é preparada pela Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) e pela Agência Espacial Brasileira (AEB), contando com recursos do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico (CNPq) e órgãos vinculados ao Ministério da Ciência. As provas são divididas em quatro níveis, sendo os três primeiros para alunos da educação primária e o último para a educação secundária. São dez questões de raciocínio lógico, compondo-se de sete questões de astronomia e três de astronáutica. Os alunos são premiados de acordo com suas pontuações, podendo levar as medalhas de ouro, prata e bronze. Todos os participantes recebem certificado de participação. Informações disponibilizadas pela OBA.

O jovem Alex da Silva Martins, aluno do oitavo ano do Ensino Fundamental do Colégio Estadual Dr. Guilherme Milward, de Santa Isabel, Distrito de Valença, ganhou a medalha de ouro. Ele explica que sua participação foi bem legal e que pretende participar mais vezes. “É importante para aprender algumas coisas a mais, porque antes o professor o prepara e você aprende coisas diferentes”. Seu professor e orientador é Alexander Brito da Silva, educador de ciências. Alexander mostra o orgulho pelo aluno e explica que “no nosso colégio, buscamos incentivar, mostrar para eles que essas provas não são necessariamente ‘decoreba’, elas pedem o conhecimento interdisciplinar”. O professor ainda garante que, “todos eles (alunos) que possuem vontade e dedicação nos estudos, são capazes de chegar à premiação”.

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