A importância da Banda nos depoimentos contundentes e emocionados de alguns componentes

Edição: 676 Publicado por: PHN em 04/12/2019 as 14:40

 
Leitura sugerida

O Jornal Local pode conversar com alguns componentes atuais da Banda, que falaram de seu amor pela corporação. Paulo Ricardo Pena de Melo, 28 anos, toca trombone e bombardino na Banda há cerca de 16 anos. Ele conta que entrou na corporação pelo intermédio de um amigo que já participava. “Comecei a fazer aulas de música e, dali, vim até hoje!”. Segundo ele, foram as novas amizades que o fizeram permanecer na Banda Progresso. Paulo Ricardo destaca que a corporação despertou nele o gosto pela música. “Se você se empenhar, consegue virar um músico profissional!”, aponta Paulo, que preferiu manter a música apenas como hobby.

As irmãs Aparecida Cunha de OIiveira, 73 anos, e Maria da Cunha José, 68 anos, estão na Banda desde 2005, tocando clarineta. Elas seguiram a tradição do pai, Manoel Pinto. E hoje, já trouxeram os filhos e netos para o convívio. “Meu pai era músico antigo daqui. Durante muitos e muitos anos, ele tocou aqui. Ele parou depois que ficou cego de uma vista”. Aparecida lembra que prometeu ao pai aprender a tocar um instrumento em um ano para lhe presentear. “Veio eu, veio a minha irmã, meu neto, o meu filho”. Maria da Cunha lembra com saudades do pai, que tocava trombone na banda. “Eu gosto porque ele gostava. Ele queria que tivesse alguém da família continuando”, ressalta a clarinetista.

Esse conteúdo é exclusivo para assinantes. Assine já e tenha acesso ao conteúdo na íntegra!

Galeria de imagens

0 comentários

avatar
Escreva seu comentário...
Seu nome...
Seu email...